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07-10-2021

L’Oréal Brasil divulga as vencedoras do programa "Para Mulheres na Ciência"

L’Oréal Brasil divulga as vencedoras do programa "Para Mulheres na Ciência"
Há 16 anos a L’Oréal Brasil, em parceria com a Unesco no Brasil e a Academia Brasileira de Ciências (ABC), promove o programa "Para Mulheres na Ciência", com o objetivo de transformar o cenário científico, contribuindo para o equilíbrio de gêneros na área. Modelos estatísticos para acompanhar a pandemia do novo coronavírus, estudo das mudanças climáticas, restauração do bioma e a conexão entre a saúde do meio ambiente, dos animais e dos seres humanos são alguns objetivos dos trabalhos vencedores da edição 2021.


O programa contemplou sete jovens pesquisadoras das áreas de Ciências da Vida, Ciências Físicas, Ciências Químicas e Matemática com uma bolsa-auxílio de R$ 50 mil. Uma delas é Lílian Silva Catenacci, professora da Universidade Federal do Piauí (UFPI). Em seu trabalho de campo, ela percorreu diversas regiões do Brasil para fazer pesquisas com a abordagem da saúde única. Sua premissa é pensar a saúde humana, animal e do ambiente de forma conectada.


Também premiada na categoria Ciências da Vida, a bióloga e professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Letícia Couto Garcia, estuda como restaurar o bioma do Pantanal, levando em consideração sua importância ambiental e econômica. Vigilância de vírus como dengue, zika, chikungunya e febre amarela é o mote da laureada Marta Giovanetti, também na categoria Ciências da Vida.


A ecóloga Thaísa Sala Michelan, professora da Universidade Federal do Pará (UFPA), foi reconhecida na categoria Ciências da Vida pelo estudo das plantas aquáticas da Amazônia, em especial aquelas presentes no estado do Pará. Na categoria Ciências Químicas, Ana Cecília Albergaria-Barbosa, professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), investiga a presença de poluentes na Antártica.


Fernanda De Bastiani foi a vencedora na categoria Ciências Matemáticas. A professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) concentrou parte de suas pesquisas de matemática e estatística em torno da emergência de saúde pública enfrentada pelo mundo e, em particular, pelo seu estado.


No Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), localizado em Campinas-SP, a física Ingrid David Barcelos ganhou reconhecimento na categoria Ciências Físicas pela pesquisa da pedra-sabão. Seu interesse é o estudo da luz dentro de estruturas muito pequenas, de apenas alguns nanômetros. A partir desse conhecimento será possível desenvolver novas tecnologias para, no futuro, melhorar a eficiência de dispositivos optoeletrônicos.




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