02-12-2009

Natura questiona resultados da pesquisa feita pela Pro Teste

Em comunicado dirigido à imprensa, a empresa questiona os resultados dos testes em protetores solares realizados pela Pro Teste. “A Natura não tem idéia de como a pesquisa publicada foi realizada, qual seu rigor ou mesmo quais laboratórios conduziram os testes que teriam sido patrocinados pela entidade Pro-Teste”, ressalta o comunicado.
Segundo a declaração da Natura, o custo internacional para testes com produtos como fotoprotetores supera a cifra de US$ 15 mil. “A entidade que afirma ter avaliado dez produtos tem como comprovar investimento de US$ 150 mil nos testes?”, questiona.
A Natura argumenta que segue metodologias aprovadas pela comunidade científica internacional e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Quanto aos aspectos composição, proteção UVA e resistência à água do Fotoequilíbrio Emulsão Protetora Hidratante FPS30, a empresa alega:

“Composição: a Pro-Teste afirma que várias empresas, entre elas a Natura, utilizam substâncias “não recomendadas” no Brasil. No entanto, todas as matérias-primas utilizadas pela Natura na fabricação de seus fotoprotetores são consideradas seguras e aprovadas pelos órgãos regulamentadores nacionais e internacionais, desde a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) à SCCP (Comunidade Científica Européia).

Proteção UVA: foi citado (no jornal O Estado de S. Paulo) que o produto Fotoequilíbrio possui proteção “muito baixa”. A Natura testa seus produtos segundo a metodologia Australiana (AS/NZS 2604:1998), que é reconhecida internacionalmente e aprovada na ANVISA. Esta metodologia justifica a descrição de 90% de proteção UVA na rotulagem dos produtos. Não há qualquer determinação legal ou mesmo recomendação para uso de outra metodologia.

Resistência à água: a entidade Pro-Teste afirma que o Fotoequilíbrio Emulsão Hidratante FPS 30 teve manutenção de apenas 30% de seu FPS após 30 minutos de imersão. Todos os produtos da Linha Fotoequilíbrio são testados conforme a metodologia européia (COLIPA, 1994), que é reconhecida pela Anvisa e pela União Européia. Segundo esta metodologia, os produtos são aprovados mediante teste que avalia o FPS após duas horas de imersão na água.”




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