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Os relatórios econômicos indicam que para algumas economias o pior já passou e o próximo ano será de recuperação. Isso refletirá em novos tipos de consumidor que exigirão serviços diferenciados e gerarão novas tendências. Aqui você verá algumas das mais relevantes tendências identificadas com a ajuda de agências especializadas.
Genobeauty: Em 2014 veremos que a tecnologia de sequenciamento do DNA será tão rápida e barata que um genoma humano completo poderá ser obtido em poucas horas e por menos de 100 dólares. Isso significa, em um futuro próximo, que as pessoas poderão saber, ainda jovens, se são mais ou menos suscetíveis a desenvolver rugas, manchas, flacidez etc., de forma que possam obter um tratamento cosmético feito sob sua medida.
Less will be more: Veremos uma mudança na preferência dos consumidores por mensagens de marketing mais simples em vez de publicidade complexa. Alguns dos novos códigos serão limpos, minimalistas e organizados. Algumas marcas evitarão constranger os consumidores com publicidade profunda.
Jungle is the new black: Em um tempo de economia difícil, haverá a tendência de cores otimistas que redefinirão valores e simplicidade, com inspiração em folhagens tropicais, azuis profundos de oceanos abissais e com exuberância de brilhos e lampejos. Será uma nova explosão de cores.
Consumer centricity: Os consumidores terão o poder de decidir como querem ser tratados. Isso refletirá no desenvolvimento de campanhas sofisticadas de micromarketing.
Beautybook – segmentação eletrônica: As estatísticas indicam que, em 2013, 50% de empresas de diferentes segmentos encontraram novos clientes no Facebook e 40% no Linkedln.
Multifunctional: Os consumidores continuam exigindo produtos que tenham mais de um benefício. De acordo com a Mintel, essa é uma tendência que continuará presente nos próximos anos. Produtos com 2, 3 ou 4 funções serão mais comuns.
Debranding – passing fad or the next great marketing play: Esse termo descreve o ato de uma empresa retirar seu nome do seu logotipo em uma campanha de marketing. Essa prática foi efetiva em diferentes categorias, como a de bebidas, mas não é aplicável a todas as marcas. O debranding leva à geração da identidade de marca, pois convida o usuário a identificar a empresa por trás do mistério gerado pela campanha, por meio de aspectos como forma da imagem, da embalagem, do produto etc.
Hiperespecialização: Trata-se da procura por um nicho dentro de um nicho. Por exemplo, a empresa passa a produzir protetores labiais de cacau para vegetarianos veganos, que exigem claims muito críticos, como “animal free”.
3D Beauty: Espera-se que o mercado de impressão em 3D cresça 75% em 2014. O preço dessas impressões tende a diminuir à medida que empresas e pessoas as adotem como algo normal em suas vidas.
Guilt-free consumption: Essa será a era de um novo luxo, livre de preocupações e que sucumbe a qualquer capricho. É uma tendência que nasce pelo sentimento de culpa cada vez mais crescente que as pessoas podem sentir por uma maior consciência e, portanto, exigirão um novo tipo de consumo que não gere um impacto negativo em si mesmo, na sociedade ou no planeta.
Teenpreneurs: Empreendedores adolescentes começarão a tornar seus sonhos realidade, tendo seus negócios ainda nessa fase da vida. Será comum que filhos empreguem seus próprios pais.
Novismo: Essa é uma forte tendência na América Latina. Consumidores que querem comprar um bem ou serviço pela primeira vez na sua vida. Marcas de luxo, produtos gourmet e alta tecnologia estão entre as categorias com oportunidade.
Flex life: As pessoas vivem mergulhadas em suas rotinas e sofrem por causa da falta de tempo. No próximo ano, veremos uma procura intensa pela flexibilização do consumo, como o aluguel de brinquedos. O consumidor quer pagar só pelo tempo em que terá acesso ao bem.
e-Sofing: Tendência de comprar on-line “no sofá da sala”. Estima-se que 2 de cada 3 compras eletrônicas serão realizadas no conforto de casa.
Singularidade: Fazer coisas diferentes de acordo com o que cada um quer, ver o mundo de formas diferentes e estender os limites, apesar do risco de fracasso. Um exemplo dessa tendência são os restaurantes que só fecham quando o último alimento é vendido.
E o que veremos no mercado? Novas classes de segmentação. As empresas encontrarão boas oportunidades de mercado ao segmentar de forma não tradicional, mais arriscada e mais original.
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