Atualização das Listas de Substâncias
O recorde das exportações brasileiras de cosméticos, que ultrapassaram US$ 1 bilhão em 2025 e alcançaram quase 200 países, evidencia o potencial de internacionalização da indústria nacional. Especialistas ouvidos para esta reportagem apontam que consolidar essa presença no mercado global vai muito além de encontrar compradores no exterior. Da definição dos mercados-alvo ao atendimento dos requisitos regulatórios, exportar exige um planejamento minucioso e uma visão estratégica incorporada desde o desenvolvimento do produto.

O primeiro passo é identificar mercados prioritários e compreender o perfil de consumo local, bem como a concorrência, os hábitos culturais e as exigências específicas de cada país. “Um produto de beleza e cuidado pessoal bem-sucedido no Brasil nem sempre poderá ser comercializado da mesma forma em outro mercado, exigindo adaptações de formulação, rotulagem, embalagens e posicionamento”, diz Gueisa Silvério, diretora de Relacionamento & Negócios da Abihpec.
É imprescindível que a empresa atenda aos requisitos regulatórios do país de destino, uma vez que cada mercado tem suas próprias regras sanitárias, exigências documentais e procedimentos de registro ou notificação de produtos. “A estruturação e o planejamento da operação comercial, a definição de preços e a escolha dos modais de transporte, além de toda a preparação da documentação necessária para a exportação, como fatura comercial, packing list, certificados de origem e certificados de livre venda, podem variar conforme o mercado de destino”, aponta.
Com base em um bom planejamento técnico, a empresa pode direcionar esforços, tempo e recursos financeiros de forma assertiva. Iniciativas de apoio à internacionalização desempenham um papel importante nesse processo. A Abihpec, por meio do Beautycare Brazil, projeto setorial realizado em parceria com a ApexBrasil, apoia empresas brasileiras na preparação para os mercados internacionais por meio de ações de inteligência de mercado, capacitação, promoção comercial e promoção de imagem.
Um produto comercializado no Brasil pode precisar de ajustes específicos para atender às particularidades do mercado de destino, o que demonstra a importância do planejamento e do acompanhamento constante das atualizações normativas. “Ao mesmo tempo, esse cenário representa uma oportunidade para as empresas brasileiras ampliarem sua competitividade global. Quanto maior a preparação técnica e o conhecimento sobre os mercados internacionais, maior a capacidade de construir uma atuação consistente e sustentável no exterior”, argumenta.
“O que a Abihpec busca reforçar junto às empresas, tanto para aquelas que estão iniciando sua jornada internacional quanto para as que já têm operações consolidadas em outros mercados, é a importância de incorporar a visão global desde a concepção do produto”, acrescenta.
Ela explica que o tamanho e a relevância do mercado consumidor brasileiro podem representar um desafio adicional no processo de internacionalização. Diante de um mercado interno robusto, muitas empresas concentram seus esforços no desenvolvimento de produtos voltados exclusivamente às necessidades e preferências do consumidor brasileiro, deixando a expansão internacional para um segundo momento. Questões relacionadas à convergência regulatória e às exigências de outros mercados acabam sendo consideradas apenas posteriormente, demandando adequações para viabilizar a exportação.
“Por isso é fundamental que a estratégia de internacionalização seja considerada já no início do desenvolvimento do produto. Essa visão abrange das formulações, embalagens e rotulagem a comunicação visual, campanhas de marketing e demais elementos que contribuirão para a adaptação e a competitividade da empresa nos mercados de destino”, afirma.
Ela ressalta que os principais desafios para a ampliação da presença internacional dos cosméticos brasileiros estão relacionados à adaptação aos requisitos regulatórios e sanitários de cada mercado, incluindo regras de rotulagem, certificações técnicas, normas ambientais e procedimentos específicos para registro e importação de produtos.
“Outro ponto relevante é a construção de marca e de reputação nos mercados-alvo. A consolidação da presença internacional exige investimentos contínuos em promoção comercial, relacionamento e posicionamento, com resultados que muitas vezes se materializam no médio e longo prazo. Nesse contexto, a internacionalização deve ser encarada como uma estratégia estruturada e sustentável de crescimento e expansão dos negócios”, completa.
A regulamentação sanitária brasileira para produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes destinados exclusivamente à exportação está estabelecida na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 644, de 24 de março de 2022. A norma dispensa esses produtos de registro e notificação na Anvisa, mas mantém a obrigatoriedade de licenciamento da empresa, rastreabilidade dos produtos e atendimento às exigências regulatórias do país de destino.

Para Mara Augusto, vice-presidente de Assuntos Regulatórios da Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC), o setor cosmético vive um período de intensa evolução regulatória, impulsionado por um conjunto de fatores científicos, tecnológicos e estratégicos. Um dos principais vetores dessa transformação é o avanço das metodologias científicas para avaliação da segurança de ingredientes e produtos.
“O desenvolvimento de novas tecnologias, incluindo métodos alternativos aos testes em animais, ferramentas de modelagem computacional, abordagens de avaliação de risco e o crescente conhecimento toxicológico, permite que novos ingredientes sejam incorporados às formulações com maior agilidade e os ingredientes que já são conhecidos ou regulados passem por reavaliações”, diz.
Outro aspecto relevante é o crescente esforço de harmonização regulatória, em nível global. “A busca por maior convergência entre os requisitos técnicos adotados por diferentes países e blocos econômicos impulsiona a incorporação de mudanças regulatórias já implementadas em outras regiões, promovendo maior alinhamento entre os mercados e contribuindo para um ambiente regulatório mais moderno e consistente”, explica.
As mudanças no comportamento do consumidor, que cada vez mais valoriza a sustentabilidade, a transparência e o respaldo de evidências científicas, também exercem forte influência sobre a agenda regulatória. Esse contexto estimula órgãos reguladores a aperfeiçoarem continuamente requisitos relacionados à segurança, bem como a rotulagem, alegações e rastreabilidade. “A própria dinâmica da inovação da indústria cosmética exige um ambiente regulatório cada vez mais moderno e que acompanhe o desenvolvimento do setor, sem perder de vista a saúde do consumidor”, destaca.
Requisitos regulatórios estão entre os desafios enfrentados por empresas que começam suas trajetórias de internacionalização, cujo sucesso depende da integração entre esses requisitos e os aspectos comerciais e aduaneiros.
No que diz respeito aos aspectos comerciais, ela ressalta que é essencial entender as características e as expectativas do mercado-alvo, identificar canais de distribuição, estabelecer parcerias locais e desenvolver uma estratégia de entrada que considere a competitividade do produto, o posicionamento da marca e as preferências do consumidor.
“Na esfera aduaneira, a empresa deve estar preparada para atender às exigências relacionadas à classificação fiscal dos produtos. Documentação de exportação e importação, certificações quando aplicáveis, procedimentos alfandegários e regras logísticas de cada país são aspectos que podem impactar diretamente os prazos e os custos da operação”, aponta. Quando esses três pilares são planejados de forma integrada, a empresa reduz riscos, “evita retrabalho e aumenta significativamente suas chances de estabelecer uma atuação internacional sólida e competitiva”, completa.
A especialista destaca que a União Europeia é considerada um dos mercados com os requisitos regulatórios mais robustos para a comercialização de cosméticos. “Além de ter uma legislação bastante detalhada, ela exige uma avaliação de segurança abrangente, a elaboração do Product Information File (PIF), a designação de uma Pessoa Responsável estabelecida na União Europeia, a notificação dos produtos antes da comercialização e o atendimento a requisitos específicos relacionados a ingredientes, alegações, rotulagem e cosmetovigilância”, explica.
Os Estados Unidos também passam por um importante processo de fortalecimento regulatório com a implementação do Modernization of Cosmetics Regulation Act (MoCRA), a maior atualização das regras da agência reguladora Food and Drug Administration (FDA) para a indústria de cosméticos desde 1938.
O MoCRA introduziu novas obrigações para fabricantes e responsáveis pela comercialização dos produtos, como registro de estabelecimentos, listagem de produtos, notificação de eventos adversos graves e requisitos relacionados às Boas Práticas de Fabricação.
“Na Comunidade Andina (CAN), embora exista harmonização regulatória entre os países-membros, as empresas precisam atender aos requisitos da Notificação Sanitária Obrigatória (NSO) e observar procedimentos específicos adotados pelas autoridades sanitárias de cada país”, menciona.
Nos países do Oriente Médio, além dos requisitos regulatórios próprios de cada mercado, há certificações específicas, como a Halal, para determinadas categorias de produtos ou ingredientes, “além de requisitos particulares de rotulagem, documentação e registro, que variam conforme o país. Essa diversidade exige um planejamento cuidadoso”, afirma.
O Mercosul representa um ambiente mais familiar para as empresas brasileiras, em razão da harmonização regulatória existente entre os Estados Partes. “Ainda assim, é necessário atender aos procedimentos administrativos, comerciais e aduaneiros específicos de cada país”, diz.
A Abihpec atua de forma estruturada no apoio à internacionalização das empresas brasileiras por meio do Beautycare Brazil, projeto setorial criado no ano de 2000 em parceria com a ApexBrasil, que tem como objetivo ampliar a competitividade e fortalecer a presença internacional da indústria brasileira de beleza e cuidado pessoal.
Atualmente, o projeto reúne cerca de 170 empresas, que atuam em diferentes segmentos da cadeia, como produtos acabados, insumos, embalagens, pesquisa clínica e serviços correlatos. Em 2025, as empresas apoiadas pelo projeto alcançaram US$ 364 milhões em exportações para 130 países, demonstrando a relevância da iniciativa para a expansão internacional do setor.
O apoio às empresas ocorre em diferentes etapas da jornada exportadora, por meio de ações de inteligência de mercado, capacitações, promoção comercial, rodadas internacionais de negócios, participação em feiras estratégicas e missões empresariais ao redor do mundo.
“O projeto também disponibiliza instrumentos práticos de apoio à tomada de decisão, como o Manual de Exportação, os Manuais de Regulamentação Técnica para exportação por país e a ferramenta interativa Dados Estatísticos de Comércio Exterior, que permite acompanhar o desempenho das exportações brasileiras do setor, identificar mercados prioritários e apoiar o planejamento estratégico das empresas que desejam expandir sua atuação internacional”, diz Gueisa.
Para promover a capacitação técnica e regulatória dos profissionais e das empresas do setor, a ABC desenvolve uma programação contínua de cursos, workshops, seminários e eventos técnicos que abordam os principais temas regulatórios em discussão no Brasil e no exterior.
As iniciativas contemplam tópicos como: regularização de produtos, segurança de ingredientes, Boas Práticas de Fabricação, cosmetovigilância, sustentabilidade, harmonização regulatória internacional e as principais atualizações da Anvisa, do Mercosul, da União Europeia e de outros mercados estratégicos.
“A ABC acompanha e participa ativamente das discussões regulatórias do Mercosul, contribuindo para o debate técnico sobre temas de interesse do setor e mantendo as empresas atualizadas sobre os movimentos regulatórios que influenciam o comércio regional. Esse intercâmbio fortalece o conhecimento técnico, aproxima a indústria brasileira das melhores práticas internacionais e amplia a preparação das empresas para atuar de forma competitiva no mercado global”, destaca Mara.
A disseminação de conhecimento e a criação de um ambiente de diálogo e colaboração entre indústria, academia, autoridades e especialistas “permite que as empresas acompanhem a evolução regulatória, participem das discussões que moldam o futuro do setor e estejam mais preparadas para os desafios da internacionalização”, completa.
Em junho deste ano, a InvestSP e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) lançaram o Manual do Exportador Paulista, um guia prático que reúne orientações para empresas que desejam iniciar ou ampliar sua atuação no comércio exterior.
A publicação apresenta, em linguagem acessível, informações sobre planejamento da exportação, escolha de mercados, documentação, logística, formação de preços, certificações, formas de pagamento e mecanismos de apoio ao exportador, reunindo em um único material os principais aspectos da jornada de internacionalização.
O lançamento do manual integra a estratégia da InvestSP para fortalecer a presença das empresas paulistas no mercado internacional. Além da publicação, a agência oferece programas como o Exporta SP, programa de capacitação gratuito da InvestSP que apoia empresas paulistas na preparação para o mercado internacional por meio de mentorias, orientação técnica e qualificação para a exportação.
A InvestSP também promove missões empresariais internacionais e rodadas de negócios, além de ter quatro escritórios internacionais responsáveis por identificar oportunidades e aproximar empresas paulistas de mercados estratégicos.
Lançada em 2023, a Plataforma Brasil Exportação é liderada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), com apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
A plataforma foi criada com o objetivo de reunir em um único ambiente digital os instrumentos de apoio à exportação das empresas brasileiras no país, facilitando o acesso a programas, serviços e oportunidades voltadas ao comércio exterior.
Desde o lançamento, a plataforma vem ampliando continuamente seu escopo de funcionalidades. Entre os principais marcos dessa trajetória está a disponibilização do Calendário Consolidado de Eventos de Promoção Comercial, ferramenta que reúne em um único ambiente as principais feiras, missões e ações de promoção organizadas por diferentes instituições, permitindo às empresas planejar sua participação em iniciativas estratégicas de inserção internacional.
Outro avanço importante foi o lançamento do mapa digital de escritórios no exterior, que reúne as representações da ApexBrasil, os Setores de Promoção Comercial (SECOMs) do Ministério das Relações Exteriores e os adidos agrícolas do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). A funcionalidade facilita a identificação de pontos de apoio do governo brasileiro em mercados internacionais, ampliando o acesso das empresas a informações e suporte no exterior.
A plataforma também passou a integrar iniciativas voltadas à capacitação e orientação de empresas ao longo da jornada exportadora, como a Megatrilha da Exportação, que organiza de forma totalmente digital os conteúdos, os programas e os instrumentos de apoio, desde as etapas iniciais de preparação até a consolidação da presença em mercados internacionais.
O setor cosmético, que representa cerca de 2% do PIB nacional e posiciona o Brasil como o terceiro maior mercado consumidor do mundo, alcançou em 2025 um marco histórico ao ultrapassar, pela primeira vez, a marca de US$ 1 bilhão em exportações, reforçando o papel estratégico do país no cenário global. O resultado foi o melhor desde o início da série histórica, em 1997.
De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX/MDIC) compilados pela Abihpec, o total exportado somou US$ 1,061 bilhão no acumulado de janeiro a dezembro de 2025. O desempenho representa um crescimento de 20,1% em relação o ano anterior, quando as exportações somaram US$ 884 milhões.
Em 2025, os produtos brasileiros de beleza e cuidado pessoal chegaram a quase 200 países. A América Latina segue como o principal destino, respondendo por cerca de 80% do total exportado. A proximidade geográfica e a similaridade de hábitos de consumo favorecem a penetração das marcas nacionais. A Argentina lidera o ranking, com 20,9% nas importações de produtos brasileiros.
O segmento de produtos para cabelos reafirmou sua soberania nas exportações, sendo o grande motor do crescimento em 2025. A categoria atingiu US$ 301 milhões em vendas externas, um incremento de 29,8%. Outras categorias que apresentaram desempenho robusto foram as de sabonetes, com US$ 170 milhões (+17%), e de produtos de higiene oral, que somaram US$ 115 milhões (+6,7%).
“É importante destacar que o Brasil é reconhecido globalmente como o principal país fornecedor de produtos profissionais para cabelos. Essa força foi construída por indústrias do setor ao longo de muitos anos de atuação no mercado nacional e internacional, com números expressivos de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos, inovações, uso de tecnologias e de ingredientes de ponta, alavancada pela diversidade cultural de clima e dos consumidores brasileiros”, aponta Gueisa.
Esse reconhecimento global ajuda a abrir caminhos para o avanço de outras categorias de produtos. “Sempre reforçamos para as empresas que essa pode ser uma categoria que alavanca as demais, abrindo portas para que o consumidor possa conhecer e reconhecer a força e a qualidade de todos os outros segmentos e produtos”, menciona.
Para intensificar o desempenho internacional, ela aponta como fatores decisivos o investimento contínuo em inovação, a ampliação da competitividade das empresas, o fortalecimento das estratégias de internacionalização e a consolidação da imagem do Brasil como um fornecedor global de produtos e soluções de alto valor agregado.
“Também será cada vez mais importante ampliar a integração entre indústria, ciência, biodiversidade e sustentabilidade, atributos que diferenciam a indústria brasileira e respondem às demandas dos mercados internacionais”, conclui.
ATUALIZAÇÃO DAS LISTAS DE SUBSTÂNCIAS
Em julho deste ano, a Anvisa atualizou o marco regulatório aplicável às substâncias utilizadas em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes, para promover a aproximação de referências regulatórias internacionais e maior alinhamento com normas do Mercosul.
Entre as publicações recentes, destaca-se a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 1.029/2026, que dispõe sobre a primeira parte da Lista de Substâncias Restritas, a relação de substâncias que só podem estar presentes em produtos cosméticos nas condições e restrições expressamente estabelecidas. A norma internaliza a Resolução MERCOSUL/GMC nº 06/25.
A Anvisa também publicou a RDC 1.030/2026, que promove a atualização da lista de substâncias proibidas em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. Com isso, a agência avança na revisão do arcabouço técnico aplicável ao setor, contemplando tanto as substâncias vedadas quanto aquelas cujo uso somente é admitido mediante condições e limites específicos.
No dia 1º de julho, a agência editou a Consulta Pública 1.399/2026, que trata da proposta de revisão da segunda parte da Lista de Substâncias Restritas. A proposta
complementa a RDC 1.029/2026 e a consulta ficará aberta ao recebimento de contribuições da sociedade até 8 de setembro.
A agência destaca que o processo de revisão das listas está fundamentado, sobretudo, nos seguintes aspectos: novas evidências científicas e avaliações de segurança relacionadas ao uso de substâncias cosméticas; evolução regulatória internacional, especialmente as alinhadas às referências técnicas adotadas pela Anvisa; harmonização regulatória no âmbito do Mercosul, com redução de assimetrias entre os países do bloco; e fortalecimento da segurança jurídica, da previsibilidade regulatória e da proteção à saúde dos consumidores.


A linha Made in Brazil, lançamento da Ciclo Cosméticos, tr...
A Prohall Selve lança o shampoo masculino 3 em 1 Putos Machos, de...
A Sombra em Stick Glitter, novidade da Mary Kay, combina o efeito cintilante com...
A Darrow apresenta Actine Care: nova linha desenvolvida para peles acnei...
A Mantecorp Skincare apresenta o Reviline PTX, novo integrante da linha ...
A Rennova Care, marca de dermocosméticos e maquiagens da Rennova,...