Shampoos & Condicionadores ( Série Fundamentos da Cosmetologia)

Bruna Cardoso Madureira, Carlos Augusto da Rocha Pereira Neto, Ana Carolina Henriques Ribeiro Machado
Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo SP, Brasil / Vânia Rodrigues Leite e Silva - Unifesp, São Paulo SP, Brasil

Shampoos

Condicionadores

Referências

 

 artigo publicado na revista Cosmetics & Toiletries Brasil - Mai/Jun 2014 Vol. 26 Nº 3  (pag 38 a 43)
        Os rituais de cuidados com a higiene pessoal são relatados ao longo da história da humanidade, na maioria  das vezes relacionando os hábitos de higiene à pureza do espírito. Cabelos expressam a personalidade das pessoas, por isso recursos para tratá-los e embelezá-los acompanham a trajetória dos seres humanos. As grandes transformações no tratamento dos cabelos vieram inicialmente com a Revolução Industrial no século 18, e com a mudança nos hábitos da sociedade no século 20. Nos últimos anos, o Brasil passou a ocupar o segundo maior mercado em produtos para cabelo, conforme dados do Euromonitor divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). O mercado brasileiro,na  categoria produtos para cabelo, teve participação de 12,5% no share mundial, com consumo de US$ 9,2 bilhões em 2012. Quando são analisados os dados ex-factory (sem adição de impostos), essa categoria de produtos atinge a cifra de R$ 7,75  bilhões, com 15,3% de crescimento no comparativo com 2011.


Shampoos

        A limpeza dos fios de cabelo e do couro cabeludo é de fundamental importância para a manutenção de sua beleza. Além do excesso de óleo, das partículas de sujeira de poluição e das células mortas do couro cabeludo, devemos remover os resíduos de cosméticos que são aplicados diariamente nas madeixas.
        Durante séculos, usou-se sabão, uma mistura de gordura ou óleos vegetais com soda cáustica, para lavar os cabelos. Além de causar o ressecamento dos fios, essa formulação era muito irritante para o couro cabeludo e não proporcionava brilho e penteabilidade aos cabelos. Os shampoos que conhecemos hoje tiveram origem na Alemanha em 1890, contudo sua popularização só ocorreu após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Em 2012, os shampoos representaram 31,4% dos produtos de cuidados com os cabelos.
        O termo “shampoo” faz alusão à palavra híndi champo, que significa massagear (geralmente com algum tipo de óleo e uma substância aromática).
        No Brasil, até a primeira metade do século 20 era comum que as pessoas lavassem os cabelos com sabão de lavar roupa. Entretanto esse produto danificava muito a fibra capilar porque tem alto poder de detergência e pH extremamente alcalino. Hoje, os shampoos devem ter algumas qualidades, como: deixar os fios soltos, brilhantes e fáceis de pentear, não promover eletricidade estática e não modifi car o pH do couro cabeludo. Os shampoos, além de limpar, devem tratar os fios e o couro cabeludo e auxiliar no penteado. A gama de produtos oferecidos no mercado para tratar os cabelos faz que exista um produto para cada necessidade.
        As formulações são compostas de substâncias detergentes (de limpeza), espumantes (às quais a aceitação do produto está diretamente relacionada), doadoras de viscosidade (qualidade essencial para a aplicação do produto), estabilizantes de pH (em torno de 6,0), condicionadoras (para diminuir a agressão dos detergentes), além de conservantes da formulação e de ativos para o tratamento das madeixas.
        Os tensoativos são os principais ingredientes das formulações. Representam uma média de 15% a 25% de uma formulação. Possuem característica anfifílica, ou seja, afinidade tanto com a água quanto com o óleo. Na mesma molécula há um grupamento polar que tem afinidade com a água, chamado de grupo hidrofílico, e um grupo de outras substâncias apolares, chamado grupamento hidrofóbico, que, ao contrário do primeiro, tem afinidade com substâncias apolares (oleosas).
        A parte solúvel em óleo é geralmente uma cadeia de hidrocarboneto (uma cadeia longa de carbono). Já a porção hidrofílica é constituída de grupamentos polares, como: grupos sulfato, amônio quaternário ou betaínicos. Assim, a cadeia apolar associa-se ao óleo, enquanto a polar é atraída pela água, promovendo redução da tensão superficial e, consequentemente, a dispersão do óleo na água.
        Os tensoativos, no que se refere às suas aplicações, podem ser classificados quanto à sua propriedade de maior destaque, como: emulsionantes, detergentes, espumantes, condicionadores, antiestáticos, emolientes etc. Um mesmo tensoativo pode ter mais de uma função. Os tensoativos também podem ser classificados conforme o caráter iônico da sua porção polar em: tensoativos aniônicos (negativo), catiônicos (positivo), anfóteros (negativo ou positivo, conforme o pH da solução) e não iônicos (não possuem carga) - Tabela 1.
 
Tensoativos aniônicos
 
        Os tensoativos aniônicos são os mais utilizados em shampoos por causa de sua ação detergente, ou seja, de seu poder de remoção de sujidade. Em sua cadeia polar, esses tensoativos possuem um íon negativo denominado ânion. Quando em contato com o cabelo, a porção polar do tensoativo adere-se à gordura, emulsificando-a (solubilizando e dispersando a gordura), e forma pequenas gotículas, chamadas micelas, que sofrem repulsão devido à carga aniônica do tensoativo. Assim a sujeira é suspensa e removida pela água.
 
Tensoativos não iônicos 
 
       Além de detergência, o shampoo deve ter a propriedade espumante. Apesar de a espuma não estar diretamente ligada ao poder de limpeza do tensoativo, ela é um sensorial que os consumidores relacionam à limpeza. Para eles, um shampoo que não espuma também não limpa. Por isso é necessário que  o formulador dose o ponto certo de espuma no shampoo. 
       Os tensoativos não iônicos são efetivos estabilizantes de espuma quando adicionados aos tensoativos aniônicos em proporções adequadas. Eles não se dissociam em água, mas adsorvem-se sobre a superfície das partículas com seus grupos hidrófilos fortemente hidratados, por meio de pontes de hidrogênio, formando uma camada espessa na solução, o que diminui a espuma no momento da lavagem. Também conferem à formulação maior viscosidade e, em alguns casos, aspecto perolado.
 
Tensoativos anfóteros
 
        O shampoo deve apresentar boa ação detergente, cumprindo a sua finalidade de uso, porém não deve retirar a oleosidade natural dos cabelos, para não deixá-los opacos e ressecados ou causar irritação no couro cabeludo. Os tensoativos anfóteros são adicionados às formulações de shampoos porque apresentam menor poder detergente e conferem aos cabelos um residual gorduroso o que os torna menos agressivos. Não devem ser utilizados isoladamente, mas ser associados aos tensoativos aniônicos para que se obtenham melhores resultados. São muito usados em formulações para uso infantil porque têm baixo potencial de irritação ocular.
        Na Tabela 2 estão relacionados os principais tensoativos utilizados em formulações para a higienização de cabelos e suas principais propriedades.
 
 
Espessantes
 
        Para ter boa aceitação é essencial que o shampoo tenha viscosidade adequada. Como possuem grande quantidade de água em sua formulação, se não houvesse a adição dos espessantes, os shampoos seriam extremamente líquidos, o que dificultaria sua aplicação. Nos cosméticos de limpeza são utilizados dois tipos de espessantes: os inorgânicos ou os orgânicos solúveis em água.
        O cloreto de sódio, o cloreto de amônio e o fosfato de amônio são os espessantes inorgânicos eletrolíticos mais usados em shampoos. Em associação com um tensoativo aniônico, esses eletrólitos aumentam a viscosidade do shampoo pela elevação da turgência do sistema micelar tensoativo-eletrólito. São efetivos no espessamento de soluções aquosas de tensoativos aniônicos, mas não para não iônicos.
        Apesar de serem eficazes, ultimamente os espessantes inorgânicos têm sido substituídos pelos espessantes orgânicos solúveis em água. Isso se deve ao apelo mercadológico de que o shampoo “com sal” (espessado com solventes inorgânicos) pode causar o ressecamento da fibra capilar. Na literatura são encontrados trabalhos que avaliaram a penteabilidade, a facilidade de desembaraçamento, a maciez, a flexibilidade, o volume e o brilho de cabelos lavados com shampoos adicionados ou não de eletrólitos. Esses trabalhos não encontraram diferenças estatísticas nos quesitos mencionados. Portanto, não há comprovação de que os eletrólitos, na concentração utilizada para o espessamento em shampoos, causam danos ao cabelo.
        Nas formulações que optam por não usar os eletrólitos como espessantes, são frequentemente usados os espessantes orgânicos solúveis em água, como os ésteres de polióis e de poliglicóis ou os polímeros orgânicos. O PEG-150 e o cloreto de hidroxi-propil-trimônio guar são mais caros do que os eletrólitos, entretanto oferecem as vantagens adicionais de apresentar menor sensibilidade e natureza catiônica que proporciona efeito condicionante aos fios. Já o PEG-6000 é efetivo em formulações com misturas de tensoativos aniônicos e anfóteros. Sua baixa proirritabilidade faz que seja muito utilizado em produtos infantis. 
       Os polímeros do ácido carboxílico (carbômeros), além de estabilizar a formulação, podem proporcionar agradável sensação de lubricidade e deslizamento na pele. Já os derivados de celulose, como a carboxi-metil-celulose de sódio e a hidroxi-etil-celulose, são polissacarídeos que têm a característica adicional de umectação. Não devem ser utilizados em produtos com pH menor que 5,0.
   
   
 
Ativos funcionais
 
        Além da formulação básica mencionada, os shampoos podem conter ativos específicos conforme seu direcionamento de mercado. Os shampoos antirresíduos possuem alto grau de detergência por ser formulados basicamente com tensoativos aniônicos e um pH mais alcalino (em torno de 7,0). Por isso têm poder de remoção de resíduos maior do que os produtos de uso diário. Isso faz que a utilização dos shampoos antirresíduos seja muito comum em salões de beleza antes que os tratamentos sejam iniciados. Os shampoos com o apelo mercadológico  de combater a queda ou a caspa possuem ativos, como extrato de jaborandi, menta, piritionato de zinco, triclosan, enxofre, entre outros, que são efi cazes para minimizar essas alterações do couro cabeludo. Os produtos com ação hidratante são direcionados para o tratamento de cabelos mais secos ou quimicamente tratados. Apresentam menor poder de detergência e recebem a adição de tensoativos secundários que fornecem condicionamento à fibra capilar. Também possuem ativos, como silicones, vitaminas, aminoácidos, umectantes e óleos vegetais.
        Os shampoos 2 em 1 ultrapassam as limitações do shampoo e do condicionador porque agregam as funções desses dois produtos. A associação de polímeros catiônicos aos tensoativos aniônicos forma coacervados que se depositam no cabelo e no couro cabeludo quando o shampoo é diluído na água durante o enxágue, oferecendo condicionamento superior e depósito de outros agentes benéficos nos fios. Por fim, os produtos infantis, regulamentados pela RDC nº 211, de 2005, e em processo de atualização pela Consulta Pública nº 50, de 2012, deverão ser enquadrados como Grau 2 (registrados) na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), devido à segurança que apresentam. Além de ter baixa irritabilidade, esses produtos devem ser facilmente removidos pelo processo de enxágue.

 

Condicionadores

        O cabelo é um dos atributos de beleza mais facilmente percebido pelas pessoas. Assim devem apresentar aspecto saudável, com brilho e maciez. No processo de limpeza com tensoativos aniônicos, cargas negativas das moléculas acabam aderindo-se aos fios e causando repulsão entre eles, embaraçando-os e fazendo que fiquem com aspecto arrepiado e áspero. Os condicionadores são usados após a lavagem do cabelo para diminuir o efeito estático promovido pelos shampoos e dar condicionamento à fibra. Primeiramente chamados  de “creme rinse”, os condicionadores foram desenvolvidos por volta de 1945, entretanto só ganharam popularidade entre as décadas de 1960 e 1970, quando houve a diminuição do uso de sprays fixadores. Com o avanço da tecnologia cosmética, os condicionadores, quando são adequadamente utilizados, não deixam os fios com aspecto oleoso e grudento, mas leves e soltos.
        Compostos principalmente por tensoativos catiônicos, que se caracterizam por possuir um grupo hidrofílico carregado positivamente ligado à cadeia graxa hidrofóbica, os agentes condicionadores promovem a deposição de substâncias oleosas e emolientes na superfície da fibra capilar que permitem que ativos funcionais tenham maior compatibilidade com o cabelo.
        Os tensoativos catiônicos de maior utilização em condicionadores capilares são os sais de amônio quaternário. Dentre esses sais, o mais usado no Brasil é o cloreto de cetil-trimetil-amônio e os poliquatérnios porque ambos têm excelentes propriedades condicionantes, antiestáticas, umectantes e levemente bactericidas.
        Além de possuir baixo custo, mesmo em baixas concentrações, o cloreto de cetil-trimetil-amônio neutraliza as cargas negativas deixadas nos fios, além de proporcionar maleabilidade, maciez e volume aos cabelos. Deve ser dada atenção especial à concentração do cloreto de cetil-trimetil-amônio empregada na formulação, uma vez que acima de 2,5% este se torna irritante ocular.
        Sozinhos, os tensoativos catiônicos não são tão eficazes na neutralização de cargas associada a uma lubrificação dos fios, para a formação da emulsão, é aconselhada a associação à um material graxo, como o álcool cetoestearílico, que também proporciona adequada viscosidade ao condicionador. No mercado de matérias-primas já é possível encontrar associações prontas para o uso, como a do cloreto de berrentrimônio com o álcool cetearílico, ou uma mistura de cloreto de cetil-trimetil-amônio com o álcool cetoestearílico etoxilado 20OE e o laurete-13 carboxilato de sódio, que tem a vantagem de ser adicionado a frio à formulação.
        Agentes condicionadores podem ser inseridos nos shampoos com o intuito de facilitar o penteado de cabelos molhados e secos. Polímeros catiônicos, como o poliquatérnio 10 e o cloreto de guar-hidroxipropil-trimônio, têm sido bem conceituados quando são analisados os atributos de maciez, facilidade de pentear, maleabilidade e sensação duradoura de hidratação sem sensação de oleosidade de shampoos. Os resultados ainda podem ser otimizados com a utilização de polímeros condicionadores associados a um silicone quartenário, como o silicone quatérnio-13, que acabam distribuindo o silicone na fibra de forma homogênea. A adição de polibuteno, um óleo condicionador orgânico, também é feita para aumentar a deposição de silicones condicionantes. 
 
Anti-frizz
 
        Os fios de cabelo podem apresentar o chamado frizz devido a danos causados por agressões ao pentear, a tratamentos químicos, à ação de tratamentos térmicos, à exposição à radiação solar, à falta de um bom agente condicionador para pentear ou até mesmo ao fato de o cabelo se tornar estaticamente carregado por causa de sua carga negativa quando está seco. Esses fatores ocasionam lesões na camada cuticular que aumentam a porosidade e a turgescência da cutícula, causando a desidratação da fibra e a diminuição da resistência à tração mecânica no córtex.
        Cosméticos para o controle do frizz utilizam como mecanismo de ação a formação de uma cobertura física na fibra do cabelo, que suaviza a cutícula, melhora a hidratação do córtex e auxilia na diminuição da fricção ao pentear. Para isso são utilizados condicionadores com enxágue, cremes para pentear ou fluidos de finalização que utilizam principalmente substâncias como os fluidos de silicone (o dimeticone, o dimetil-siloxano, o polimetil-siloxano, o dimeticonol ou o amodimeticone). Adequados agentes condicionantes, como os poliquatérnios, ou combinações de ésteres complexos, que melhoram a superfície e as condições internas do cabelo danifi cado, também auxiliam no processo de redução do frizz. 
       Cada cabelo tem uma necessidade particular de condicionamento. Assim é necessário que o consumidor ajuste a quantidade e o tipo de produto aplicado ao cabelo. Devem-se evitar produtos que deixam sensorial de engordurado, já que dessa maneira haverá maior necessidade de lavagem e, consequentemente, aumento do frizz. 
 
Condicionadores infantis
 
        Os condicionadores infantis com enxágue podem ser utilizados em todas as faixas etárias desse enquadramento. Entretanto, o uso dos condicionadores sem enxágue é indicado a partir dos 3 anos de idades e é preciso apresentar para a Anvisa testes comprobatórios de ausência de irritabilidade e de sensibilização cutânea. Deve-se ressaltar que todos os produtos de uso infantil devem ser utilizados sob a supervisão de um adulto. 

 

Referências

Franquilino E. Cabelos através dos tempos.  Edição Temática 11(4):2, 2009 Abihpec. Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. Disponível em: www.abihpec.org.br
Schuller R, Romanowski P. Iniciação à química cosmética. v. 2, São Paulo: Tecnopress, 2002 
Pedro R. Tensoativos: considerações gerais e breve histórico. Disponível em: www.freedom.inf.br/artigos_tecnicos/31012007/tensoativos.asp 
Kozlowski AC (Ed.). Hair Care: from physiology to formulation. Carol Stream: Allured, 2008
Correa MA. Cosmetologia: ciência e técnica. São Paulo: Medfarma, 2012 
Halal J. Tricologia e a química cosmética. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
Lochhead RY, Huisinga LR. Avanços em polímeros para shampoos- -condicionadores. Cosm & Toil (Ed em Port) 18(1):42-46, 2006
Leite-Silva VR, Zague V, Gama RM, Raponi R, Gimenis JM, Schulman M, Baby AR, Velasco MVR, Kaneko TM. Influência do cloreto de sódio em shampoos. Cosm & Toil (Ed em Port) 23(4):60-65, 2011
Santa Bárbara MC, Almodóvar AB, Miyamaru LL, Bugno A, dos Santos LM, Saito TY. Avaliação da segurança dos shampoos de uso infantil utilizados no comércio de São Paulo. Rev Inst Adolfo Lutz 66(3), 2007
Abrutyn ES. Controle do frizz em produtos para cabelo. Cosm & Toil Brasil 24(2):34-40, 2012
Willians DF, Schimitt WH (Ed.). Chemistry and technology of the cosmetics and toiletries industry. EUA: Thomson Press, 1992
Bruna Cardoso Madureira e Carlos Augusto da Rocha Pereira Neto são discentes do curso de Visagismo e Terapia Capilar da Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo SP, Brasil
Vânia Rodrigues Leite e Silva é farmacêutica, mestre e doutora em Fármacos e Medicamentos. Docente da Universidade Federal de São Paulo-Unifesp, São Paulo SP, Brasil
Ana Carolina Henriques Ribeiro Machado é farmacêutica, especialista em Cosmetologia e mestre em Ciências de Materiais. Docente da Escola de Ciências da Saúde da Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo SP, Brasil

           

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