Extrato de Acerola em Formulações Cosméticas

 

Ana Laura Galvão, Giovana Irene Granzotti, Fernanda Flores Navarro
Faculdade de Farmácia do Centro Universitário Hermínio Ometto – Uniararas, Araras SP

 

Metodologias

Resultados

Discussão

Conclusão

Referências

 

artigo publicado na revista Cosmetics & Toiletries Brasil, Nov/Dez de 2019, Vol. 31 Nº 6 (pág 52 a 56)

     Com o aumento da expectativa de vida da população mundial aumenta proporcionalmente a preocupação das pessoas com o envelhecimento cutâneo. O aumento demográfico está diretamente relacionado com avanços alcançados nos setores de saúde, segurança e educação e com a diminuição da taxa de mortalidade neonatal.1 No Brasil, estima-se que, em 2025, a população idosa chegará a 31,8 milhões de habitantes.2

     O termo envelhecimento pode ser compreendido como processo de alterações das características morfológicas e fisiológicas, causadas ao longo do tempo ao organismo. Essas mudanças afetam diretamente os órgãos, por exemplo, a pele, que, no decorrer dos anos, tem a produção de colágeno reduzida, além de sofrer a ação de espécies reativas geradas pela radiação ultravioleta, por maus hábitos e por estresse, o que resulta em alterações visíveis no epitélio.3

     A crescente procura por ativos que possam corrigir ou retardar o efeito do envelhecimento cutâneo faz com que novas pesquisas na área da dermatologia se intensifiquem. A busca por ativos naturais, como os encontrados em extratos glicólicos de plantas e frutos, está relacionada com os benefícios que esses ativos proporcionam, por exemplo, ações antioxidante, anti-inflamatória e antienvelhecimento.4

     Consumidas mundialmente, as frutas apresentam grandes e representativos valores nutricionais, pois são fonte de vitaminas e fibras. Em sua composição, as frutas apresentam grande variedade de componentes, entre eles componentes que apresentam ação antioxidante, como o ácido ascórbico (vitamina C), os polifenóis e as betalaínas. A quantidade e o aspecto desses fitoquímicos se alteram em função do tipo, da variedade e do grau de maturação da fruta, e de alterações climáticas.5

     A Malpighia emarginata, conhecida popularmente como acerola ou cereja-das-antilhas, é uma fruta típica de climas tropicais, nativa da América Central, da América do Norte e da América do Sul. Entre as frutas tropicais, a acerola tem grande destaque no que se refere à alta concentração de vitamina C presente em sua polpa. A vitamina é um composto hidrossolúvel pertencente a um grupo orgânico denominado lactonas. Tem importante ação antioxidante e seu uso na forma tópica vem ganhando espaço nas pesquisas, principalmente no que diz respeito ao fotoenvelhecimento e à fotocarcinogênese. A vitamina C atua na pele estimulando a síntese de colágeno, principalmente do tipo 1, através da transcrição dos genes de colágeno. Age também como clareador, inibindo a ação da tirosinase. Por fim, tem ação antioxidante, o que lhe permite combater os radicais livres gerados pela radiação UV, principal fator responsável pelo envelhecimento precoce.6

     Além da ação antioxidante apresentada pela vitamina C, a Malpighia emarginata apresenta, em sua composição, outros componentes relacionados à ação sequestradora de radicais livres: os polifenóis e as betalaínas.

     Diante do panorama que foi exposto aqui, os objetivos deste trabalho foram obter o extrato glicólico dos frutos de Malpighia emarginata, desenvolver uma formulação cosmética com esse extrato e quantificar polifenóis totais, vitamina C e betalaínas presentes tanto no extrato como na formulação final.

 

Metodologias

Obtenção do extrato glicólico

     O extrato glicólico foi preparado com os frutos maduros adquiridos em comércio varejista do município de Mogi Guaçu SP. Os frutos foram higienizados e procedeu-se a técnica de turboextração utilizando como solvente álcool etílico 70% e controlando a temperatura (máximo 40ºC). Para a obtenção do extrato glicólico, utilizou-se a glicerina como agente umectante.

Desenvolvimento de formulação cosmética

     A preparação da base galênica foi realizada preparando inicialmente a emulsão não iônica (Tabela 1) e o gel (Tabela 2). Na sequência foi desenvolvida a formulação final (Tabela 3), composta de um creme-gel acrescido de 10% de extrato glicólico dos frutos de acerola.

  

 

 

   

 

 

     Com a obtenção do extrato glicólico e da formulação final, foi realizada a verificação da faixa de pH em que ambos se encontravam, com o auxílio de fita universal.

 

Caracterização do extrato e da formulação final

     Após o desenvolvimento do extrato glicólico dos frutos de Malpighia emarginata e da formulação final, foram realizados os ensaios descritos a seguir, com o objetivo de verificar a presença, em ambas as amostras, de polifenóis totais, vitamina C e betalaínas. Todos os ensaios foram realizados em triplicata.

     - Polifenóis totais: para a determinação de compostos fenólicos totais, 5,0 ml da amostra foram diluídos em balão volumétrico de 25 ml com água destilada. Em seguida, 2 ml dessa solução foram transferidos para um balão volumétrico de 25 ml, ao qual foram adicionados 1 ml de solução de ácido fosfotúngstico (reagente fenólico de Folin-Ciocalteau 2M) e 10 ml de água destilada. O volume do balão foi completado com solução de carbonato de sódio a 14,06%. Após a adição da última solução e de um período de descanso de 30 minutos, foi medida a absorbância a 691 nm, utilizando água como branco.7 O teor de fenóis totais foi expresso em mg de ácido gálico por grama de amostra.8

     - Betalaínas: a concentração total dos pigmentos da classe das betalaínas contidos na amostra foi avaliada de acordo com CAI et al.9 Para essa análise, foram realizadas diluições do cosmético em uma mistura de metanol e água (80:20 v/v), de modo a obter um valor de absorção entre 0,9>A>1,0. A leitura da solução foi feita em espectrofotômetro Bel UV-M51 (Biovera). Os comprimentos de onda utilizados para as quantificações de betaxantinas e betacianinas, obtidas pela aplicação da lei de Beer–Lambert, foram de 484 e 535 nm, respectivamente.

     - Vitamina C: realizou-se quantificação de vitamina C por iodometria. Para isso, as amostras foram tituladas utilizando como solução indicadora uma solução de amido SI.10

 

Resultados

Extrato glicólico de Malpighia emarginata

Foi obtido um volume total de 60 ml de extrato glicólico dos frutos de M. emarginata; a Tabela 4 apresenta as características organolépticas (cor e odor) e a faixa de pH encontrada.

Quantificação de polifenóis

Os valores encontrados para polifenóis, tanto no extrato glicólico quanto no creme-gel, estão expressos na Tabela 5. Por meio desses resultados foi possível calcular o valor de R2, o qual indica a linearidade do valor encontrado, sendo expresso na Figura 1.

 

Quantificação de betalaínas

A Tabela 6 apresenta valores para betalaínas. O ensaio realizado quantificou as duas principais classes: betacianinas (indicando coloração vermelha) e betaxantinas (indicando coloração amarelada), indicando os valores em mg/l de cada composto presente no extrato e na formulação cosmética.

 

 

 

 

 

Quantificação de vitamina C

Observando o ponto de viragem com a mudança na coloração durante a titulação por iodometria e realizando os cálculos, foi possível encontrar os valores da concentração de vitamina C contida tanto no extrato quanto no cosmético desenvolvido, sendo estes expressos na Tabela 7.

Creme-gel desenvolvido com o extrato

Foram produzidos 80 g do creme-gel contendo 10% do extrato glicólico de M. emarginata. Na Tabela 8 são apresentadas as características organolépticas (cor, odor, textura e espalhabilidade) e o pH observados na formulação cosmética, com os ensaios realizados.

 

Discussão

     O desenvolvimento do extrato glicólico dos frutos d Malpighia emarginata é uma opção extremamente viável para emprego na cosmetologia, pois a acerola é um fruto rico em vitamina C. Comprovadamente, a vitamina C age como estimulante de colágeno e como antioxidante, auxiliando no tratamento do envelhecimento cutâneo. Outros compostos do fruto de Malpighia emarginata, como os polifenóis e as betalaínas, também contribuem para sua ação antioxidante.

     Os polifenóis são compostos bioativos subdivididos em classes como: ácidos fenólicos, ligninas e flavonoides. Os efeitos fisiológicos causados pelo consumo de polifenóis vão desde a prevenção contra doenças cardiovasculares e neurovegetativas até os devido à sua elevada capacidade de ação antioxidante.11

     Já as betalaínas são compostos nitrogenados provenientes do metabolismo secundário, que pertencem à classe de pigmentos naturais encontrados, por exemplo, em frutos e vegetais. Podem ser classificadas de acordo com a coloração que apresentam, sendo que as betacianinas conferem coloração avermelhada e as betaxantinas apresentam coloração amarelada/alaranjada. Muito utilizada como corante natural na indústria alimentícia, as betalaínas têm propriedades que vão muito além de simples corantes, já que, por serem compostos nitrogenados, apresentam função antioxidante capaz de reduzir radicais livres.12

     A vitamina C, como já foi relatado anteriormente, aumenta a produção de fibras de colágeno com a estimulação dos fibroblastos, mantendo a firmeza e a sustentação da epiderme. Além disso, dependendo da concentração de vitamina C na formulação, esse ativo reduz as manchas senis por ter efeito clareador ou despigmentante.6-13

     A base cosmética em creme-gel (composição apresentada nas Tabelas 1, 2 e 3) preparada para a incorporação do ativo (extrato glicólico de Malpighia emarginata) foi estrategicamente realizada para que os componentes da formulação não interferissem nos princípios ativos do extrato de Malpighia emarginata.

     O extrato glicólico é comumente empregado em diversos produtos, como na manipulação de cremes, porque ele permite que as propriedades ativas de determinada planta ou fruta sejam conservadas, e assim possam ser transferidas para outro meio.

     Como é apresentado na Tabela 4, o extrato glicólico desenvolvido com o fruto de Malpighia emarginata apresenta como características: uma coloração vermelho intensa (indicando a alta concentração do extrato), pH ao redor de 6 e odor característico da fruta madura.

     Embora a vitamina C seja considerada por alguns autores como o maior contribuinte na atividade antioxidante, outros autores14 demonstraram que a contribuição da vitamina C, na determinação da atividade antioxidante dos frutos é baixa, e afirmaram que a maior contribuição para a atividade antioxidante total de frutos, se deve à presença de compostos fenólicos.

     Como pode ser observado na Tabela 5, os valores totais de polifenóis encontrados no extrato glicólico de Malpighia emarginata mostram-se satisfatórios. Entretanto, outros pesquisadores5 constataram que, entre os extratos de frutas estudados, o extrato aquoso e o extrato acetônico da acerola demonstraram maior teor de fenólicos totais (3.366,55 ± 67,33 μg/ml para o extrato aquoso e 1.595,50 ± 63,82 μg/ml para o extrato acetônico), quando comparados a outras frutas. Levando em consideração esse estudo, pode-se observar que os valores de polifenóis totais encontrados no presente estudo (3.764,4 ± 0,0213 μg/ml) corroboram com achados na literatura para extratos aquosos. O resultado encontrado no creme-gel com 10% de extrato glicólico de Malpighia emarginata (3.345 ± 0,0268 μg/ml) demonstrou que, mesmo após a adição à formulação cosmética, foi possível identificar e quantificar os polifenóis presentes no extrato. Esse fato demostra que, mesmo estando veiculado a uma forma farmacêutica, as propriedades fenólicas não sofreram perdas drásticas.

     Os resultados obtidos de betalaínas por meio da presente pesquisa demonstraram valores isolados de betacianinas e betaxantinas. Os valores encontrados tanto para o extrato glicólico como para o creme-gel estão descritos na Tabela 6. Pesquisa15 indica que a determinação de betalaínas utilizando água como solvente apresenta melhores níveis de extração. Além desse fator, outros aspectos são considerados importantes para a quantificação desses componentes, como o pH do extrato, a temperatura e a exposição do extrato à luz e ao oxigênio, e podem influenciar a estabilidade da coloração das betalaínas.

     Por causa da falta de estudos para a quantificação de betalaínas em frutos de acerola, foram comparados os resultados deste estudo com os de outro estudo,15 no qual o pesquisador trabalhou com beterraba (Beta vulgaris L.). Os valores encontrados nesse estudo foram: betacianinas 61,84 ± 2,09 μg/ml e betaxantinas 39,76 ± 1,97 μg/ml. Novamente comparando os resultados encontrados neste estudo com aqueles descritos no estudo com beterraba, foi possível notar que os valores de betalaínas no extrato de Malpighia emarginata e no creme-gel são menores quando comparados àquele encontrado nessa raiz tuberosa. Nesse caso, essa diferença nos resultados se deve principalmente ao fato de a beterraba ser considerada o vegetal com maior quantidade de betalaínas, responsáveis por dar a cor vermelho/roxo a esse vegetal.

     A vitamina C é um dos antioxidantes de maior destaque nos últimos anos. Do ponto de vista da medicina estética, podemos citar o combate ao envelhecimento precoce e até mesmo a função de clareadora como aspectos positivos do uso da vitamina C. Estando em uma formulação, a vitamina C pode ter várias ações na pele, como as propriedades antioxidante, despigmentante e estimuladora da síntese de colágeno, auxiliando na prevenção e no combate dos sinais do envelhecimento cutâneo. A vitamina C muito utilizada em produtos cosméticos antienvelhecimento e em protocolos de tratamentos estéticos, porém as informações sobre suas propriedades não são totalmente difundidas. É necessário um aprofundamento do estudo dessas propriedades para que haja seu melhor aproveitamento nos produtos cosméticos.16

     A Malpighia emarginata é um dos frutos encontrados na natureza com maior concentração de vitamina C. Essa concentração varia de 1.000 a 4.676 mg em cada 100 g de frutos maduros.17 Analisando os valores encontrados, apresentados nessa pesquisa na Tabela 7, pode-se perceber que os resultados obtidos tanto no extrato glicólico (4,37% ± 0,00326) quanto no creme-gel (0,843% ± 0,00963), quando convertidos (4.370 mg/100 g do extrato e 843 mg/100 g do creme-gel demostram que o resultado do extrato glicólico está em consonância com os dados da literatura, e consequentemente, há um decréscimo no produto final devido à incorporação do extrato glicólico na base cosmética. Esse fato se deve à forma de preparação do extrato que foi obtido e à sua concentração. Ainda segundo pesquisas realizadas17 em polpa liofilizada de acerola, foram encontrados valores entre 1,14% e 1,21% de vitamina C.

     Comparando esse resultado com aquele apresentado pelo extrato glicólico, é possível perceber que o extrato garantiu maior preservação da vitamina C do que a polpa liofilizada. Ao ser realizada a comparação entre os resultados obtidos, pôde-se notar que mesmo o creme-gel com 10% do extrato glicólico de Malpighia emarginata manteve boas concentrações de vitamina C quando comparado à polpa liofilizada.

     Conforme é apresentado na Tabela 8, pode-se perceber que a formulação do creme-gel com 10% do extrato glicólico de Malpighia emarginata apresentou textura brilhante e de boa espalhabilidade, com cor levemente alaranjada, faixa de pH 6 e odor característico da fruta acerola.

 

Conclusão

     Por meio dos dados apresentados na presente pesquisa, é possível concluir que os resultados obtidos foram satisfatórios. As quantidades de antioxidantes - polifenóis totais e vitamina C -, encontradas tanto no extrato glicólico de Malpighia emarginata quanto no creme-gel com 10% do extrato foram semelhantes àquelas citadas na literatura.

     Salientamos que há escassez de resultados com a quantificação de betalaínas, o que demonstra a necessidade de mais estudos devido ao potencial terapêutico dessa classe de alcaloides.

     Com os resultados encontrados, concluímos que a fruta acerola tem grande potencial antioxidante, principalmente quando comparada a outras frutas. O creme-gel manteve as características esperadas do extrato glicólico, demonstrando o quanto essa formulação pode ser promissora na área cosmética.

 

Referências

1. Nasri F. O Envelhecimento Populacional no Brasil. On-line. Disponível em: http://apps.einstein.br/revista/arquivos/PDF/833-Einstein%20 Suplemento%20v6n1%20pS4-6.pdf. Acesso em: 10/7/2018

2. Alisson E. Brasil Terá Sexta Maior População de Idosos até 2025. Agência Fapesp, 2016. On-line. Disponível em: http://agencia.fapesp.br/brasil-tera-sexta-maior-populacao-de-idosos-no-mundo-ate-2025/23513/. Acesso em: 5/4/2018

3. Montagner S, Costa A. Bases Biomoleculares do Fotoenvelhecimento. On-line. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/abd/v84n3/v84n03a08.pdf. Acesso em: 5/4/2018

4. Balogh TS. Uso de Cosmético de Extrato Glicólico: avaliação da Atividade Antioxidante, Estudo de Estabilidade e Potencial Fotoprotetor. On-line. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9139/tde-15072011 110304/pt-br.php. Acesso em: 5/4/2018

5. Melo EA et al. Capacidade Antioxidante das Frutas. On-line. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-93322008000200005&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt. Acesso em: 28/6/2018

6. Azulay MM et al. Vitamina C. Anais Brasileiros de Dermatologia 78(3), 2003. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0365-05962003000300002. Acesso em: 5/7/2018

7. Glasl H. Zur Photometric in der Drogenstandardisierung- 3. Gehaltsbestimmung von Gerbstoffdrogen. Deutsche Apotheker Zeitung 123:1979-1987, 1983

8. Moyer RA et al. Anthocyanins, phenolics, and Antioxidants capacity in diverse small fruits: Vaccinium, Rubus, and Ribes. J Agric Food Chem 50:519-525, 2002

9. Cai Y, Sun M, Schliemann W, Corke H. Chemical Stability and Colorant Properties of Betaxanthin Pigments from Celosia argentea. J Agric Food Chem 49:4429-35, 2001

10. Braga EM et al. Identificação e Comparação de Vitamina C por Iodometria em Sucos de Laranja, Comprimidos Efervescentes e Vitamina Líquida. On-line. Disponível em: http://www.abq.org.br/cbq/2016/trabalhos/10/9792-20350.html. Acesso em: 10/6/2018

11. Faller ALK, Fialho E. Disponibilidade de Polifenóis em Frutas e Hortaliças Consumidas no Brasil. Rev Saúde Pública 43(2):211-8, 2009. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v43n2/207.pdf. Acesso em: 10/7/2018

12. Zabotti C, Genena AK. Avaliação do potencial antioxidante do extrato obtido a partir da beterraba vermelha 2 (Beta vulgaris l.) por meio do uso da água como solvente de extração. Cultivando o Saber 6(4):195-200, 2013. Disponível em: https://www.fag.edu.br/upload/revista/cultivando_o_saber/52b657b63a7d3.pdf. Acesso em: 4/7/2018

13. Ribeiro C. Cosmetologia Aplicada à Dermoestética. 2a. ed, São Paulo: Editora Pharmabooks, 2010

14. Campelo ECS et al. Teores de vitamina “c” em polpas de acerola (Malpighia glabra l.) Congeladas. B Ceppa 16(1):107-113, 1998. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/alimentos/article/download/13943/9411. Acesso: 4/8/2018

15. Souza RLA. Estudo da funcionalidade de espécies comestíveis do semiárido nordestino e estratégias para a sua utilização como ingredientes para fins alimentícios. On-line. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/jspui/bitstream/123456789/15935/1/Rosane-LAS_TESE.pdf. Acesso em: 15/7/2018

16. Caye MT et al. Utilização da vitamina C nas alterações estéticas do envelhecimento cutâneo. On-line. Disponível em: 17. Souza MP. Estudo de compostos naturais de acerola (Malpighia emarginata d.c.) para cosméticos. On-line. Disponível em: http:// repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/6399/1/PG_COENQ_2015_2_05.pdf. Acesso em: 31/8/2018

Ana Laura Galvão e Giovana Irene Granzotti são discentes do curso de Farmácia da Faculdade de Farmácia do Centro Universitário Hermínio Ometto – Uniararas, Araras SP, Brasil

Fernanda Flores Navarro é docente do curso de Farmácia da Faculdade de Farmácia do Centro Universitário Hermínio Ometto – Uniararas, Araras SP, Brasil

 

Novos Produtos