19 de Outubro de 2018

Venda Direta e Franquia / Novos Ingredientes para Cabelo / Tecnologia de Cores

Edicao Atual - Venda Direta e Franquia / Novos Ingredientes para Cabelo / Tecnologia de Cores

Editorial

Tempo de mudar

 Parece que a crise econômica entre nós já atingiu o fundo do poço. Os primeiros sinais de recuperação foram sentidos em janeiro.Com certeza, os números de 2008 irão demorar muito para ser alcançados. A economia, como um todo, deverá assumir uma nova postura nas investidas futuras, exigindo não apenas cautela mas, acima de tudo, responsabilidade.Esta edição de Cosmetics & Toiletries (Brasil) registra o início de um novo processo de comunicação com nossos leitores. A partir de agora, passaremos a utilizar também os recursos da interatividade através do portal www.cosmeticsonline.com.br integrando a revista. Algumas seções serão publicadas periodicamente no portal e resenhadas na edição impressa. Outras matérias serão publicadas com exclusividade no portal. Com isso, a publicação estará mais presente no dia-a-dia do leitor, compensando o prolongado hiato entre as edições impressas.Mudanças também ocorreram no encarte Embale Certo, que passará a contar com um informativo da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem).O portal irá disponibilizar, para consulta, as edições digitalizadas da revista impressa, desde o seu primeiro número em 1989.  

Boa leitura!
Hamilton dos Santos
Editor  

Cabelos e Aminoácidos - Eiko Oshimura, PhD Ajinomoto Co. Inc. Kawasaki, Japão

Os aminoácidos são absorvidos pelos cabelos e ajudam a melhorar a hidrofobicidade da sua superfície, resistência à tração e brilho. Este artigo examina as interações entre
minoácidos e cabelos.

Los aminoácidos son absorbidos por el cabello y ayudan a mejorar su hidrofobicidad superficial, resistencia a la tensión y lustre. Este artículo discute las interacciones entre los aminoácidos y el pelo.

Amino acids are taken up by hair and assist in improving hair surface hydrophobicity, ensile strength and luster. This article discusses interactions between amino acids and hair.



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Membranas Biológicas para avaliar AD/P Humana - Luana Almeida Fiel, Karina Paese, Sílvia Staniçuaski Guterres Faculdade de Farmácia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre RS, Brasil

Este trabalho teve como propósito estudar as membranas biológicas utilizadas em ensaio in vitro de absorção dérmica/percutânea (AD/P) humana visando determinar quais membranas são capazes de substituir a pele humana. Entre as membranas revisadas, a pele de porco é o
modelo mais utilizado e recomendado para estudar a AD/P humana.

Este trabajo tuvo como intención estudiar las membranas biológicas utilizadas en ensayos in vitro de absorción dérmica/percutánea (AD/P) humana con el objetivo de determinar cuáles membranas son capaces de reemplazar a la piel humana. De entre las membranas revisadas,
la piel de cerdo es el modelo más utilizado y recomendado para estudiar a la AD/P humana.

This study aimed to review the biological membranes used in in vitro studies of human dermal/percutaneous absorption (AD/P) targeting to determine which of them could replace
human skin. Among the types of membranes addressed in these review, pig skin is certainly the most recommended and used model to predict the human AD/P.

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Carlos Alberto Pacheco
Mercado por Carlos Alberto Pacheco

Tempos bicudos, aes assntotas

Em janeiro recebemos com tristeza e espanto o anncio de que o Estado havia cortado em 20% o oramento previsto para a rea de Cincia e Tecnologia. Pssimo pressgio. A ao nos faz caminhar a passos largos em direo ao passado. Um passado marcado por problemas ambientais, de baixa taxa de produtividade, alto ndice de desperdcio de recursos to escassos como tempo, matria-prima, capital intelectual etc., alm de nos caracterizar perante a comunidade internacional como sendo um pas do terceiro mundo.

A ao tomada nos coloca na contramo da histria contempornea, como mostram as diretrizes de outros pases que anunciaram a manuteno dos atuais nveis de investimentos na rea para este ano, embora estejam na mesma pgina da crise financeira que o Brasil, como a China, ndia, Coria do Sul, que, com exceo da primeira, so to emergentes economicamente quanto o Brasil. Os Estados Unidos, consagrado por ser um gerador de tecnologia - matria-prima fundamental para a busca de solues em tempos bicudos - tambm no arrefeceu os investimentos.

Que lio se tira disto? Fica notrio que pases com tradio de elaborao de planos diretores de longo prazo no se intimidam com acidentes de percurso no cenrio mundial. Entretanto dirigentes com miopia estratgica tomam aes assntotas que no coincidem - frente aos mesmos abalos.

A razo do corte encontra amparo frente crise, o que implica uma necessidade real ou imaginria de caixa e conseqentemente de priorizao dos investimentos. Avalie as aes descritas a seguir e verifique se h alguma inconsistncia com o enunciado anterior: aumento salarial da classe poltica; reduo de salrios da classe trabalhadora, seguido da reduo da carga horria de trabalho; e nada de reduo de alquotas de ICMS ou de investimentos em infra-estrutura porturia e aeroviria. So fatos para se meditar.

Planos diretores so frutos de amplo estudo e discusso entre as partes envolvidas (governo, empresrio e mercado). So temperados com forte dose de firmeza de carter e constncia de propsitos. Qualquer coisa diferente disto tende a escorrer para aes de curto prazo sem compromisso com sustentabilidade futura.

Aes isoladas, e at ento ainda incipientes, como o incentivo ao empreendedorismo, acabam ficando rfs quando separadas de uma poltica de investimentos em Cincia e Tecnologia, justamente em um momento da vida de um novo negcio onde h necessidade de inverso de capital a fundo perdido. H algumas prolas no meio do caminho como, por exemplo, o incentivo s reas de biocombustvel, porm o nmero de frentes carentes de investimentos dentro do atual cenrio gigantesco. A cada ano s faz aumentar o acmulo de investimentos futuros, pois necessidades presentes no satisfeitas sero necessidades futuras urgentes, ou pior, oportunidades de negcios perdidas para sempre.

Vamos aos exemplos Constatou-se que o continente gelado teve um aquecimento de 0,6C nos ltimos 50 anos. Perguntas: Estamos avaliando o impacto deste fato em nossos negcios presentes e futuros, como, por exemplo, nas lavouras do sul do pas, nas atividades pesqueiras regionais, no impacto socioeconmico? Se sim, alternativas geradas pela pesquisa e desenvolvimento esto sendo geridas no sentido de contornar ou minimizar os efeitos negativos? Tal atitude apenas possvel com um pensamento de estadista de longo prazo, apoltico, gerido por profissionais, que ainda um sonho a ser construdo dentro da nossa madureza poltica.

Sempre corremos o risco de nos encantar com notcias isoladas que parecem desmentir o que dissemos acima, como, por exemplo, em novembro passado, quando se veiculou amplamente os ltimos resultados do PNUD ndice da ONU que avalia o grau de desenvolvimento das naes membros. Neste ltimo relatrio, que espelha a situao de 2005, o Brasil figura entre os pases com IDH (ndice de Desenvolvimento Humano) de pases de primeiro mundo, ou seja, igual ou superior a 0,800 numa escala que varia de 0 a 1,000. A nota do Brasil foi exato 0,800, ocupando a 70 posio. Porm, vale lembrar que pases do Leste Europeu, fortemente marcado por um histrico de guerras, com economia fechada, muito menos participativos do que o Brasil, como quatro das repblicas da ex-Iugoslvia (Eslovnia, Crocia, Bsnia-Herzegovina e Macednia), bem como outros pases dos Blcs, como Romnia, Bulgria e Albnia, pasmem, apresentam ndices superiores ao nosso.

Nada contra os nmeros mas, talvez, seja uma boa hora para sairmos de traz das mesas e andarmos mais nas ruas do Oiapoque ao Chu para ter uma percepo da realidade que transcende os nmeros tabelados em folhas desconectadas de um contexto.

Carlos Alberto Trevisan
Boas Prticas por Carlos Alberto Trevisan

Praticando as boas prticas

Durante implantao de processo para Certificao de Empresas em Boas Prticas de Fabricao e controle (BPFeC) inmeras vezes somos argidos quanto complexidade envolvida.

Respondemos aos interlocutores que, na prtica, os procedimentos da BPFeC so simples e tm por base o bom senso e a vontade das pessoas em participar efetivamente do processo.

Por que bom senso? Porque quando nos damos ao trabalho de verificar o que feito, como feito e qual o resultado obtido, conclumos que no existe efetivamente outra forma mais simples e adequada de atuar na obteno da qualidade do produto e ou do servio.

Por que vontade? Porque somente quem pratica com conscincia, pratica as Boas Prticas. Esta bvia e aparente afirmao talvez seja a parte mais importante e complexa do processo de implantao.

A aparente complexidade vem do desconhecimento, o qual resulta da ausncia de informaes adequadas em quantidade e qualidade, possibilitando que todos os envolvidos da empresa possam ter um raciocnio comum quanto ao objetivo do processo.

Na maioria dos casos, a ausncia ou precariedade de informaes e as conseqncias, da forma inadequada com que se processam, so, muitas vezes, totalmente dissociadas do objetivo pretendido.

Podemos exemplificar comentando o fato mais corriqueiro que encontramos durante a atividade de implantao do processo, ou seja, a empresa ao comunicar aos colaboradores o porqu da deciso de obter a Certificao em BPFeC transmite de modo impositivo e no de modo a possibilitar a participao de todos, voluntariamente, no processo.

Alguns colaboradores, em sua maioria, no conseguem aceitar o motivo das mudanas, e no entendimento deles, o processo gera trabalho necessrio para a preparao da documentao relativa sua implantao.

Outro paradigma que freqentemente encontrado durante o processo de implantao o que estabelece que as boas prticas so responsabilidade da fbrica.

Este, de nossa parte, o maior obstculo para que a empresa entenda a importncia da efetiva implantao das BPFeC para a qualidade dos seus produtos e servios.

Tivemos oportunidade de enfatizar, em colunas anteriores, a impossibilidade da efetiva implantao das normas de Boas Prticas na empresa se todos os setores no estiverem conscientes de sua importncia e de sua implicao no processo de melhoria da qualidade.

Qualidade um objetivo mvel que se desloca em velocidade cada vez maior e, assim, s estar na liderana quem assumir a existncia de possibilidade de sua melhoria. Se um empresrio no buscar a melhoria contnua da qualidade, seu concorrente o far.

Quantas empresas pensam que a implantao das boas prticas pode ser realizada em algumas reas e no em todas o que na prtica resulta numa deformidade conhecida como as boas prticas da rea e no da empresa.

Outro grande obstculo que encontramos a associao das Boas Prticas com o Controle da Qualidade, o que personaliza a qualidade com setor e no como uma atividade de cada colaborador.

Acreditamos, com estas consideraes, ter apresentado alguns temas para a reflexo de nosso leitor.

Denise Steiner
Temas Dermatolgicos por Denise Steiner

Olheiras

A queixa de ter olheira muito freqente em qualquer idade. Os crculos escuros, afundados e, s vezes, com bolsas deixam aparncia cansada e comprometem a esttica do rosto.

A chamada olheira pode ser dividida em dois tipos bsicos: aquela onde existe a mudana de cor e aquela onde a pele est flcida ou com bolsas de gordura. A primeira encontrada com mais freqncia em pessoas jovens e tem relao com algumas etnias. Neste caso, ocorrem desde cedo, comprometendo as crianas e piorando nas situaes de cansao e estresse, podendo ser analisados dois aspectos distintos que explicaremos a seguir.

Quando os olhos so muito fundos, com um degrau em relao regio da plpebra, a olheira fica ainda mais realada.

Numa segunda situao existe apenas a mudana de cor, sem afundamento dos olhos.

Em muitos casos, vasos superficiais, localizados nesta regio, so os principais responsveis pelo aspecto de olheira.

A pele da plpebra fina e sem glndulas sebceas. mais delicada, seca, sensvel e devido sua transparncia deixa evidentes os vasos da regio. No se deve esquecer que a pele que cobre a rea dos olhos muito delicada, com espessura de apenas 0,4 milmetros, enquanto a pele restante do corpo mede 2 milmetros. Estes vasos so naturais, porm, em grande quantidade, dilatam e contraem conforme estmulos internos e externos.

Este o motivo pelo qual situaes de cansao, pr-menstruao, ressaca, doenas, entre outros, deixam mais evidentes estas marcas profundas no olhar. O atpico, indivduo com forte tendncia alrgica, tanto na parte respiratria (asma, rinite) como na pele (dermatites) mais propenso a ter olheiras e, a cada crise da doena, o seu aspecto piora.

No caso das pessoas com olheiras, mas que tm olhos afundados, os vasos tambm so responsveis pelo escurecimento, porm esse afundamento deixa a regio mais evidente e marcada.

Este tipo de trao piora com o envelhecimento do rosto. O tom da pele de cada pessoa tambm evidencia para mais ou para menos o aspecto das olheiras. Pessoas mais plidas e morenas tm aparncia mais marcante, evidenciando a mudana de cor da regio palpebral.

Em geral, embora o sol cause prejuzos pele, quando o bronzeamento intenso, as olheiras ficam menos evidentes.

Com o passar do tempo, o rosto vai ficando mais manchado e a pele mais flcida.

As manchas ocorrem porque a clula que produz o pigmento perde a capacidade de distribu-lo de maneira homognea, acumulando-o em determinadas regies.

Alm disso, os vasos presentes na regio das olheiras provocam discretas hemorragias e a hemossiderina permanece na pele transformando-se numa tatuagem natural. A hemossiderina um pigmento muito difcil de ser eliminado devido profundidade em que se localiza.

A flacidez piora com o passar do tempo, pois a produo de colgeno torna-se menos eficiente. A pele da plpebra, por ser mais fina, evidencia mais esta flacidez.

As bolsas de gordura na regio da plpebra so marcas registradas de alguns indivduos.

Estas podem acumular com o tempo e causar uma aparncia inesttica, comprometendo a sua qualidade de vida.

H muitos tratamentos que podem ser indicados para a correo das olheiras, desde cremes at procedimentos com laser e cirrgicos.

Os cremes podem ter princpios ativos descongestionantes, calmantes, clareadores e tambm aqueles que estimulam a formao de colgeno. Esses produtos podem ser corretivos contendo pigmentos cor da pele.

Os cremes devem e podem ser usados diariamente, duas vezes, antes do filtro solar, durante o dia, e noite. Os produtos antiolheiras so mais eficientes quando usados como coadjuvantes de outros tratamentos. O laser e a luz pulsada tm sido muito utilizados para destruir o excesso de vasos e tambm o acmulo de hemossiderina. H necessidade de vrias sesses com laser especfico e energia controlada. Em alguns casos, a cirurgia a melhor opo, retirando o excesso de pele e a bolsa de gordura, ou somente a bolsa de gordura.

Os peelings so alternativas. Os suaves, base de cidos retinicos, gliclico ou soluo de jessner, em concentraes adequadas para a rea dos olhos, promovem a renovao da camada superficial da pele, amenizando as olheiras. O peeling de fenol, que profundo, pode clarear as olheiras e diminuir a flacidez, devido seu potencial na produo de colgeno.

O tratamento das olheiras ainda um desafio para o especialista.

Dermeval de Carvalho
Toxicologia por Dermeval de Carvalho

Conhecimento como ferramenta na avaliao de segurana

Paracelsus (1493-1541) deixou para a histria um conceito tido como bsico para o desenvolvimento das Cincias Toxicolgicas e agregado diariamente de informaes cientficas que motivam e estimulam aqueles que se dedicam a esta rea do conhecimento. Entretanto, somente estmulo e motivao no so suficientes.

O conhecimento humano, especialmente quando avaliado no conjunto de aes, na velocidade da informao, no competitivo mundo tecnolgico, na incansvel busca do saber, e integrados harmonicamente, tem sido extremamente importante para a explicao de coisas ditas possveis e impossveis que acontecem no dia-a-dia.

Mutatis mutantis, a comunicao cientfica, em suas diferentes formas de apresentao, precisa de competente comandante, que saiba identificar e tenha bom domnio do assunto escolhido, a clareza na definio do que se pretende, a sensatez, a correta interpretao do que se l e discernimento para grafar com segurana e responsabilidade os fatos apreciados.

Os ftalatos pertencem a uma grande famlia qumica e vm sendo usado em vrios produtos de consumo, incluindo cosmticos e produtos de higiene pessoal, materiais de construo, mobilirios, roupas, produtos farmacuticos, equipamentos mdicos, brinquedos, material utilizado em embalagens etc. (Toxicology and Applied Pharmacology 230:372- 382, 2008).

Por exemplo, graas diversidade de uso, os ftalatos servem como bom modelo para a avaliao de toxicidade e efeitos danosos sade; por isso, fazem por merecer rigoroso protocolo de investigao, pois mltiplas so as fontes de exposio e usos, conseqentemente dificultando a avaliao da exposio para uma nica delas (Intern J Andrology 29:134-139, 2006).

Graas diversidade de uso dos ftalados, a avaliao da toxicidade e de seus efeitos nocivos sade exigem rigorosa elaborao do protocolo de investigao, pois mltiplas so as fontes de exposio, e, dessa forma podem dificultar a avaliao da exposio nica delas (J Medical Toxicology 2(3)126-135, 2006).

Para a avaliao dos danos sade, resultante da exposio aos ftalatos, entre outras, discutiram-se: vias de exposio metabolismo, nveis plasmticos, dados obtidos em humanos, end-points, conseqncias ao sistema reprodutivo, puberdade. Os autores concluram pela necessidade de novas investigaes cientficas para atingir os propsitos acima colimados (Occup Environ Med 62:806-818, 2005 e Environ Health Perspectives, 2007).

Tendo como alvo os ftalatos e a sade das crianas discutiram- se: exposio aos ftalatos presentes no meio ambiente, como biomarcadores e potenciais danos sade; toxicidades da reproduo, toxicidade heptica, tireoidiana, e na puberdade; irritabilidade e medidas regulatrias. Os autores concluram que estes esto presentes no meio ambiente, e que alguns derivados tm demonstrado toxicidade reprodutiva em animais de experimentao, bem como salientaram que os efeitos dos ftalatos nas crianas ainda no esto bem conhecidos, sugerindo estudos complementares (Curr Probl Pediatr Adolesc Health Care 34-49, February 2008).

A disposio das substncias qumicas, genericamente representada pela sigla ADME, e a utilizao de mtodos sensveis e especficos tm sido um dos bons e recomendados caminhos para a avaliao da exposio quer no local de trabalho quer no uso pessoal (J Sep Sci 30:48-54, 2007, Pediatrics, January 2009 e Am Occup Hyg 53(1):1-17, 2009).

Ainda em relao aos ftalatos, o excelente trabalho de reviso Phthalates and cumulative risk assessment - The task ahead publicada pela National Academy of Sciences em 2008, foi preparado por esquisadores de institutos de notrio saber, os quais dissecaram o tema com a voracidade daqueles que tm sede pela cincia e preocupaes com sade. Os dados e informaes constantes nesta reviso mostram o quanto os ftalatos ainda podem ser objeto de investigaes cientficas.

Esta coluna no trata da avaliao da segurana dos ftalatos, mas comenta pontos extremamente complexos e importantes que vm ao encontro do ttulo deste texto.






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