A Cosmetologia Pode Participar do Tratamento da Pele Seca

Edicao Atual - A Cosmetologia Pode Participar do Tratamento da Pele Seca

Editorial

O que pode limitar a ambição dos homens? Seria difícil arriscar com uma única resposta. A satisfação dos seus desejos poderia ser uma resposta possível.

Tentando fazer uma analogia com os fatos dos dias de hoje, até parece que homem é dominado instintivamente pela ambição.

A guerra liderada pelos Estados Unidos contra o Iraque que presenciamos (pela televisão!) não tem outra razão que não seja simplesmente a ambição de aumentar o poder, praticar vingança e dominar o mundo. Razões essas injustificáveis nos dias de hoje só podem ser frutos de mentes patológicas como as dos governantes que promoveram a última Guerra Mundial.

Esta Cosmetics & Toiletries (Edição em Português) apresenta interessantes matérias nas pautas de pele e fragrâncias.

Os tratamentos cosméticos da pele, como sabemos, visam também minorar as conseqüências ou prevenir certas  patologias (mesmo sem ter efeito terapêutico), como está demonstrado nos artigos aqui publicados sobre a etiologia e as conseqüências da pele seca, e as alternativas de  hidratação.

Outro artigo apresenta estudos sobre os mecanismos da olfação, até hoje não totalmente compreendidos. E ainda os cuidados que o químico formulador deve ter com o uso de fragrâncias.

Outras matérias de destaque são o Especial contando a história da Água de Cheiro, o programa do 17°.Congresso Brasileiro de Cosmetologia e a participação das empresas brasileira na Cosmoprof de Bologna.

Boa leitura!
Hamilton dos Santos
Editor

Considerações sobre Pele Seca - Mariana G. Beny Médica, São Paulo, SP, Brasil

Neste artigo a autora explica a etiologia das várias condições de pele seca e indica os possíveis tratamentos com o uso de cosméticos.

En ese articulo la autora enseña la etiologia de las varias condicione de piel seca y indica los posibles tratamientos con el uso de productos cosmeticos.

In this article the author explains the etiology of the many dry skin conditions and indicates the possible treatments using cosmetic products.


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Recepção do Odor: Estrutura e Mecanismo - Stephen J. Herman AFF International, Fairfield NJ, Estados Unidos

Olfação é um processo de muitas etapas que envolve a molécula odorífera, a proteína receptora de odor, as bolsas para reter o doador de odor, e os padrões de odor formados pelos glumérulos e decodificados pelo cérebro.

Olfación es un proceso de multi-etapas que involucra la molécula odorífera, la proteina receptora de olor, las bolsas para prender el donador de olor, y los patrones de olor formados por los glumerulos e decodificados por el cerebro.

Olfaction is a multi-step process involving the odorant molecule, the odor receptor protein, the pockets for odorant ligand docking, and the odor patterns formed by the glumeruli and decoded by the brain..

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Diferenças Intra e Inter-Indivíduos em Pele Sensível - F.Distante, LRigano, R.D Agostinho e A. Bonfigli Insituto da Pele e Avaliação Produto, Milão, Itália E. Bardesca Instituto Dermatológico San Gallicano, Roma, Itália

Os autores investigaram as variações inter e intra indivíduos na perda transepidérmica de água, capacitância e microcirculação em 10 diferentes áreas faciais, em sujeitos "com pele sensível" e em sujeitos "sem pele sensível".

Los autores investigaron las variaciones inter e intra indivíduos en la perdida de transepidermica de água, capacitância y microcirculacion en 10 diferentes areas faciales, en sujetos "con piel sensible" e en sujetos "sin piel sensible".

The author investigated the intra individual the inter- individual variations of transepidermal water loss, capacitance and microcirculation in 10 different facial áreas in subjects with "sensitive skin" and in subjects with "non-sensitive skin.

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O que Os Formuladores Devem Saber sobre Fragrância - Felix Bucellato e Chistian Bucellato Custom Essence Inc, Somerset NJ, Estados Unidos

Esta análise dos tipos de problemas encontrados, quando se introduz fragrância em produtos de cuidado pessoal, discute os temas de estabilidade, solubilidade, alteração de cor e compatibilidade da fragrância com os ingredientes do produto.

Esta analisis de los tipos de problemas encontrados, cuando se introduce fragancia em productos de cuidado personal, discute los temas de estabilidad, solubilidad, alteraciones del color y compatibilidad de la fragancia con los ingredientes del producto.

This overview of the types of problems encountered when fragrancing personal care products discusses issues of stability, color change and compatibility of fragrance and product ingredients.

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Retenção de Água pelo Estrato Córneo - A.Gournay S. Navarro - Centre de Recherce de Dermo-Cosmétologie Pierre Fabre,Vigoulet-Azuil, França J. Mathieu - Escole Nacional Supériuere de Chimie de Tolouse, França M. Rivipere - Lab IMRCP-Université Paul Sabatier

Dez hidratantes foram examinados, dentre os quais uréia, glicerina, lactato de amônia, fialuronato e um novo sal derivado de AHA, que mostram possuir propriedades elevadas de retenção de água. Auto-amostrador de desabsorção térmica juntamente com um espectrofotômetro de massa foram utilizados para medir a retenção in vitro de água no estrato córneo humano após tratamento com aqueles hidratantes.

Diez hidratantes fueran examinados, tales como la urea, la glicerina, el lactato de amonio, el fialuronato y una nueva sal derivada de AHA, que muestran tener propiedades elevadas de retencion del agua. Auto-muestrador de desabsorcion térmica juntamente con um espectrometro de masa fueran utilizados para medir la retencion in vitro del agua en El estrato corneo humano cono una consecuencia del tratamiento com aquellos hidratantes.

Ten humectants were examined of which urea, glycerine, ammonium lactate, phtaluronate and a new salt of AHA were found to have high activities. The thermal desorption autosampler coupled to a mass spectrometer has been used to measure the in vitro water retention of human stratum corneum as a function of the treatment applied with those humectants.

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Cristiane M Santos
Direito do Consumidor por Cristiane M Santos

Dia Internacional do Consumidor

No dia 15 de maro comemora-se o Dia Internacional do Consumidor.

De acordo com as organizaes internacionais que defendem os direitos dos consumidores, este dia a ocasio para se comemorar e se solidarizar ao movimento internacional pelos direitos dos consumidores. Porm, mais importante do que a comemorao, mais uma oportunidade de se promover os direitos bsicos, e demandar que estes sejam respeitados e protegidos contra qualquer tipo de abuso e injustias.

O Dia Internacional do Consumidor teve origem em 1962, atravs de uma declarao do Presidente John F. Kennedy ao Congresso dos Estados Unidos, na qual proclamou quatro direitos bsicos do consumidor:

Direito segurana - ser protegido contra produtos ou servios que pem em risco a sade do consumidor
Direito de ser informado ter acesso s informaes necessrias para optar, e ser protegido contra a publicidade enganosa
Direito a escolha - ter a capacidade de escolher numa grande variedade de produtos e servios num mercado extremamente competitivo
Direito de ser ouvido - os interesses dos consumidores devem ser representados para que sejam executados nas polticas governamentais, no desenvolvimento dos produtos e servios

J, naquela oportunidade Kennedy tinha conscincia de que os consumidores representavam o maior grupo econmico, influenciavam e eram influenciados por quase todas as decises econmicas pblicas ou privadas, ainda que suas opinies nem sempre fossem ouvidas. "Consumidores por definio incluem todos ns", disse.

O tempo passou, e os movimentos de defesa aos direitos do consumidor, principalmente por meio de organizaes internacionais, como a Consumers International, foram se tornando cada vez mais relevantes ...

E, nos ltimos anos, mais quatro direitos bsicos foram agregados aqueles do Presidente Kennedy:

Direito satisfao das necessidades bsicas - ter acesso ao que essencial: alimentao adequada, vestimento, sade, educao, gua, saneamento ...
Direito reparao - ser amparado pela justia, atravs de decises justas que contemplem compensaes quando houver leso ao consumidor
Direito educao adquirir conhecimento e habilidade necessrios para se informar, estando ciente dos direitos bsicos e das responsabilidades
Direito um meio-ambiente saudvel - viver num meio-ambiente sustentvel, que no seja ameaador ao bem-estar da presente nem das futuras geraes

Juntos esses direitos formam a base do trabalho contnuo desses grupos que defendem os consumidores mundiais.

Em 1985, a Assemblia Geral da ONU adotou um guia para proteo do consumidor (UN Guidelines for Consumer Protection), que englobava os princpios dos oito direitos do consumidor e proporcionava uma estrutura para o fortalecimento de polticas nacionais de proteo ao consumidor.

Assim, os direitos dos consumidores foram elevados posio de reconhecimento internacional e legitimidade.

As conquistadas resultantes do Dia Internacional do Consumidor dependem das iniciativas locais, planejadas e executadas por organizaes em todo o mundo. Estas atuaes sempre tem como preocupao proteger o consumidor contra quaisquer tipos de risco e proporcionar a este
benefcios que sejam necessrios.

Cristiane Martins Santos advogada com especializao em Direito do Consumidor.
E-mail:c_martinsantos@yahoo.com

Carlos Alberto Trevisan
Mercosul por Carlos Alberto Trevisan

A Esperana

Tendo sido marcada a prxima reunio de Mercosul para o ms de junho, estamos novamente criando com esta nossa coluna a expectativa ou mesmo "a esperana de que algo de novo possa ocorrer para que a harmonizao dos itens faltantes seja alcanada.

Para conhecimento das resolues j implementadas no Brasil, apresentamos a seguir um resumo:

Resoluo GMC n 092/94
Verificao do Cumprimento das Boas Prticas de Fabricao e Controle de Estabelecimentos da Indstria de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes, internalizada pela Portaria SVS/MS n 348, DE 18/08/97 DOU 19/08/97

Resoluo GMC n 110/94
Definio de Produtos Cosmticos, internalizada pela Resoluo n 79, de 28/08/2000, DOU 31/08/2000

Resoluo GMC n 024/95
Requisitos para Registro de Produtos Cosmticos MERCOSUL e Extra-Zona e para a Habilitao de Empresas representantes Titulares do Registro no Estado- Parte Receptor e Importadores, internalizada pela Resoluo n 79, de 28/08/200, DOU 31/08/2000 e Anexos I, II e III da Portaria 71/96 de 29/05/96 DOU 04/04/96

Resoluo GMC n 066/96
Manual de Boas Prticas de Fabricao para Produtos Cosmticos, internalizada pela Resoluo SVS/MS N 348, de 18/08/97, DOU 19/08/97

Resoluo GMC n 041/96
Nomenclatura para Ingredientes Utilizados em Produtos de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes de Origem MERCOSUL e Extra-Zona, Para Uso Em Registro Entre os Estados-Parte,
internalizada pela Resoluo SVS/MS n 296, de 16/04/98, DOU 20/04/98

Resoluo GMC n 133/96
Critrios para Incluso, Excluso e Alterao de Concentrao de Substncias, internalizada pela Resoluo SVS/MS n 295, de 16/04/98, DOU 20/04/98

Resoluo GMC n 051/98
Parmetros de Controle Microbiolgico para Produtos de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes, internalizada pela Resoluo ANVS n 481, de 23/09/99, DOU 06/10/99

Resoluo GMC n 004/99
Atualizao da Res. GMC n16/95 "Lista de Substncias Corantes Permitidos para Produtos de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes", internalizada pela Resoluo n 79, de 28/08/2000.

Resoluo GMC n 72/00
Atualizao da Res. GMC n 005/99 "Lista de Substncias de Ao Conservante Permitidas para Produtos de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes", internalizada pela Resoluo RDC n 162 de 11/09/2001.

Resoluo GMC n 006/99
Atualizao da Res. GMC n 28/95 "Lista de Substncias que no Podem ser Utilizadas em Produtos de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes", internalizada pela Resoluo n 79, de 28/08/2000, DOU 31/08/2000.

Resoluo GMC n 007/99
Atualizao da Res. GMC n 26/95 "Lista de Substncias que os Produtos de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes no Devem Conter Exceto nas Condies com as Restries Estabelecidas", internalizada pela Resoluo n 79, de 28/08/2000, DOU 31/08/2000.

Resoluo GMC n 71/00
Atualizao da Res. GMC n 008/99 "Lista de Filtros Ultravioletas Permitidos para Produtos de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes", internalizada pela Resoluo - RDC n 161 de 11/09/2001.

Resoluo GMC n 036/99
Regulamento Tcnico Sobre Rotulagem Especfica Para Produtos de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes internalizada pela Resoluo n 79, de 28/08/2000, DOU 31/08/2000.

Resoluo GMC n 047/99
Programa de Capacitao de Inspetores em Boas Prticas de Fabricao e Controle Para a Indstria de Produtos de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes internalizada pela Resoluo RDC n 74, de 07/08/2000, DOU 21/08/2000.

Resoluo GMC n 054/99
Mecanismo de Periodicidade para Atualizao das Listas de Substncias Utilizadas em Produtos de Higiene Pessoal, Cosmticos e Perfumes, no mbito do Mercosul, no requer internalizao, pois se trata de procedimento interno Mercosul.

Resoluo GMC n 026/2002
Regulamento Tcnico Mercosul Sobre Protetores Solares em Cosmticos, internalizada pela Resoluo RDC n 237, de 22 de Agosto de 2002.

Carlos Alberto Trevisan consultor independente e diretor da Carlos & Trevisan Consultoria
E-mail:trevisan@dialdata.com.br

Boas Prticas por Tereza F. S. Rebello

Perfumes e as BPF e C

Que a fragrncia e o apelo principal na compra de um produto cosmtico, todos os profissionais que atuam na indstria de produtos de higiene pessoal e cosmticos sabem. Embora discriminados como categorias outras que no perfumes, os produtos de higiene pessoal e cosmticos so tambm escolhidos, em primeira instncia, pela fragrncia.
Para muitos consumidores a fragrncia que determinar a qualidade do produto.

Por outro lado, temos consumidores informados sobre o uso de pesticidas em plantaes, e que questionam a segurana de produtos cosmticos que utilizam insumos provenientes de plantas (flores, folhas, razes, etc). 0 perfume uma mistura de vrias substncias, algumas delas naturais - no foge a essa preocupao, incluindo a de dermatologistas que atribuem ao perfume casos de alergias e irritaes.

certo que os fabricantes de leos essenciais seguem o direcionamento de instituies como a RIFM (Research Institute for Fragrance Materials), que analisa o risco que substncias odorferas podem causar, sade e a IFRA (International Fragrance Association). Tais instituies, atravs de seus estudos, tem convencido dermatologistas e rgos oficiais de que os perfumes, tal como so fabricados e utilizados atualmente, no representam risco potencial e, por esta razo, no fazem parte de regulamentao legal como acontece com outras substncias, como conservantes e corantes.

No basta que o fabricante do leo essencial garanta a segurana de sua matria-prima. imprescindvel que o fabricante de produtos cosmticos tenha procedimentos de BP no recebimento e, principalmente, no armazenamento dessa matria-prima.

E que cuidados so esses? A temperatura de armazenagem deve ser de refrigerao (l2-15C). Altas temperaturas e outras condies fsicas podem alterar a fragrncia, no s em relao ao odor, mas quanto a segurana em seu uso, devido a alteraes qumicas, como por exemplo oxidao. Muitas essncias so sensveis ao do oxignio do ar e/ou do oxignio cedido pelas prprias substncias, que fazem parte da composio do leo essencial, quando submetidas a temperaturas acima de 25-30C. Portanto, deve constar no respectivo POP (Procedimento Operacional Padro), que os recipientes devem ser fechados logo aps o fracionamento e conduzidos ao seu local de armazenagem to logo que possvel!. Deve-se evitar tambm que a matria-prima fique em recipientes no totalmente cheios, pois, o ar que ocupa a rea vazia pode favorecer as reaes de oxidao. Estas tambm ocorrem se houver o contato do leo essencial com metais, como por exemplo, rebarbas do vasilhame. A ao da luz e o tempo tambm podem ocasionar alterao da fragrncia, seja quanto a cor e/ou odor. Alis, estes so testes organolpticos que no devem ser esquecidos pelo controle de qualidade. imprescindvel que o tcnico do laboratrio tenha guardado sob refrigerao um padro (amostra prvia aprovada durante o desenvolvimento do produto) para que esses testes tenham validade. Um POP para manuteno desses padres deve ser escrito e seguido.

recomendvel que os testes que avaliam o odor sejam executados por pessoal treinado. Geralmente, seleciona-se o grupo de avaliao atravs de um painel que comporta vrias fases. Outro teste que deve constar na avaliao do leo essencial o ndice de Refrao. As BPF do produto tambm no devem ser esquecidas: na frmula padro e, conseqentemente, na folha de processo deve constar a temperatura em que a essncia ser adicionada ao produto. bvio que a adio deve ser em temperatura mais baixa possvel. E bvio tambm que o produto, antes de seu lanamento no mercado, deve ser testado quanto a sua estabilidade.

Sabemos que a composio de um leo essencial complexa, fazendo parte dela substncias qumicas de vrias funes como aldedos, fenis, lcoois, cetonas, etc. Algumas dessas funes so muito reativas, podendo interagir com outras substncias da formulao. Exatamente por isso, o perfumista, alm de sua sensibilidade e criatividade, deve possuir conhecimentos de qumica para desenvolver uma fragrncia, e assim, evitar matrias-primas que possam ser
responsveis pelo desenvolvimento de colorao indesejvel, alteraes ou mesmo desaparecimento de notas.

Concluindo, o fabricante de produtos cosmticos no poder utilizar a mesma fragrncia para categorias de produtos diferentes, a menos que consulte o fabricante da essncia. Toda a criatividade e conhecimento do perfumista no podem ser jogados no lixo pelo mau uso da essncia.

Um outro fato importante, referente ao uso de leo essencial em uma formulao, sua ao antimicrobiana, que vai depender da composio da fragrncia e de sua concentrao no produto. Levando em conta esta propriedade, recomendado que no teste de desafio seja considerado o produto sem adio de preservante para avaliar se ele autopreservado e, deste modo, diminuir ou eliminar o preservante dessa formulao. Esta recomendao no est fundamentada apenas no perfume: outras matrias-primas, como antioxidantes, tensoativos catinicos, etc, podero contribuir para a auto-preservao.

Tereza F.S. Rebello farmacutica bioqumica.
E-mail: methodus@methoduseventos.com.br

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